Publicado por: blogdocorvo | 29 setembro, 2008

Servindo de cobaias vivas: Humanos ratos de laboratótios.

Lucro máximo com pedacinhos de gente

     

 

Luiz Imbiriba   

 

Neste lucro com pedacinhos de gente esta um grande monopólio das indústrias farmacêuticas, operadas por pessoas totalmente manipuladas pela   ganância e poder. O real interesse dessas indústrias que com falsas ” campanhas de vacinação “estão fazendo pessoas de verdadeiras   cobaias humanas. Será que com o que está acontecendo não é sinal do que a bíblia nos relata dos fins dos tempos? Leiam e tirem suas próprias conclusões, que Deus os abençoem!

“ Morrerão de enfermidades dolorosas, e não serão pranteados nem sepultados……”Jeremias 16:4.

A saúde financeira

A indústria farmacêutica é a menos visada quando o assunto é a utilização de animais em testes de substâncias químicas, pois alega que o procedimento tem a finalidade de salvar vidas humanas. Entretanto, os resultados obtidos variam muito, dependendo da espécie animal utilizada. Prognósticos seguros da dose letal de uma substância para os humanos tornam-se impossíveis de ser determinados. Há, por exemplo, a sacarina (adoçante) que causa comprovadamente câncer na bexiga de ratos, mas que na bexiga de humanos nada provoca, devido a diferença nas características urológicas. Estudos têm demonstrado que as reações a diferentes substâncias podem variar até mesmo entre humanos, dependendo do sexo e da idade, por exemplo. Sabendo-se que essas variações de resultado podem ocorrer até mesmo entre os humanos, como é possível um rato ou cachorro servir como modelo de base para qualquer comprovação científica?O número de medicamentos testados em animais que foram liberados para o comércio e depois retirados de circulação é grande. O Opren, uma droga para artrite, matou 61 pessoas. Mais de 3500 casos de reações graves foram documentados, embora tenha sido testado sem problemas em macacos e outros animais. A dose indicada de isoproterenol, substância usada para o tratamento de asma, funcionou perfeitamente em animais, porém causou a morte de 3500 asmáticos por overdose na Inglaterra. Outra droga para artrite, Suprofen, foi retirada do mercado quando pacientes apresentaram intoxicação renal. Antes de seu lançamento, os pesquisadores informaram que os testes tiveram “perfil de segurança excelente, sem efeitos cardíacos, renais ou no Sistema Nervoso Central”. O diurético Selacryn foi intensivamente testado em animais, mas em 1979 teve de ser retirado do mercado por causar a morte de 24 pessoas de insuficiência hepática. Até o flúor, no início de seu desenvolvimento, ficou retido como preventivo de cáries, por ter causado câncer em ratos. Recentemente o Vioxx1 começou a ser recolhido. Nenhuma outra providência foi adotada, exceto restituir à vítima o preço do “medicamento”, mediante entrega da caixa não violada ou dos comprimidos restantes. O que foi consumido pela vítima não sugere indenização. Outros produtos nocivos, proibidos nas grandes potências, não encontram o mesmo tratamento no Brasil. Quanto aos placebos, como não fazem mal nem bem… O mais assustador é que isso significa apenas alguns aspectos da obtenção do lucro máximo na área de higiene, beleza e saúde. Outra pergunta que surgiu é se os efeitos são do Vioxx ou de toda a família de fármacos a que este medicamento pertence: cientistas ingleses pediram a revisão nos estudos realizados com o Celebra e o Bextra, que são do mesmo grupo químico e a Agência Européia de Medicamentos já declarou que vai rever todos os medicamentos desta categoria.
Alega-se que a única razão para os testes com animais é de ordem financeira. Cobaias de baixo custo não elevam os orçamentos da empresa nem atendem com rigor às exigências da legislação. Tempo, dinheiro e recursos humanos devotados aos experimentos com animais, poderiam há muito, ter sido investidos em pesquisas com base em humanos.
Acredita-se que estudos clínicos, pesquisas invitro, autópsias, acompanhamento da droga após o lançamento no mercado, modelos computadorizados, pesquisas em genética e epidemiologia, não apresentariam perigo para os humanos e propiciariam resultados precisos. No entanto, em se tratando do homem, essa lógica também serve ao lucro máximo, em particular nas colônias e semicolônias, porque se pode sugerir cobaias humanas, onde a espécie tem o preço em baixa constante. Afinal, qual o problema para que tecido humano se transforme em mercadoria, senão que seccionar o elemento de um organismo determinado e colocá-lo à venda? Francamente, o que está em discussão são os custos acompanhados de remarcação de preços; necessidades da medicina que, atendidas, trariam benefícios sociais resguardado o direito do lucro máximo.
A redução dos testes nos animais, verificada agora, deve-se ao surgimento de “técnicas alternativas”. O uso de células humanas cultivadas em laboratórios vem substituir outros animais em testes que objetivam detectar irritação, alergias e até câncer. Até plantas estão sendo utilizadas para detectar a toxicidade dos produtos. Na Inglaterra, o laboratório Pharmagene vem desenvolvendo a técnica de estoque de tecidos humanos retirados durante biópsias ou de algum tipo de tratamento de pacientes em hospitais e fazendo sua utilização nos testes, em vez de outros animais.
Estão as corporações que operam no ramo de laboratórios mais atentos à saúde humana, em razão disso? Não. Mas, entre outras coisas, os tecidos humanos passaram a ter um custo menor porque, a princípio, são desprezados nos hospitais, enquanto que as células de outros animais, dependendo do preço, são utilizados em grande ou pequena escala.
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Responses

  1. Fico assustado com as coisas que vc fala sobre a maçonaria pois pertenço a está maravilhosa união filantrópica de homens de bom caráter que nunca se corrompeu a custo de nada em toda a sua existência, ao contrário só ajuda as pessoas vc deve de farar essas coisas por que não conhece essa instituição, e outra… Aprenda um pouco de boas maneiras e ache dentro de vc a palavra (ÉTICA). Tenha uma boa tarde e procure ter mais conhecimento poius não somos religião e sim uma irmandade.

  2. Aprovo totalmente usar humanos !! melhor do que usar coitados animais .

    • I – D – I – O – T – A !

  3. Só podia ser coisa de maçônico mesmo. O Hitler era maçônico embora não tenha nada que comprove isso, ele era, pra sacrificar tantas pessoas inocentes pq faria isso???? Aqui em Cruz Alta no Rio Grande do Sul é puro Maçonico, no dia das Alma aparece despacho, e sacrifícios de animais e um guri de 12 anos matou o outro gurizinho de 6 ano, na Vila Ferroviaria por causa dessa seita. Odeio maçônico, a minha cidade não vai pra frente, pq todos os prefeitos eram maçônicos com exeção só de um, Dr. José era O ÚNICO PREFEITO QUE NÃO ERA MAÇONICO, e se elegeu 4 vezes,foi o tempo que Cruz Alta mais progrediu. Depois só caveira de burro e sapo enterrado….


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