Publicado por: avellar | 04 setembro, 2008

Vírus : praga apocaliptica

Todos nós estamos nos acostumando com pragas, mortes, doenças e tantos outros acontecimentos apocalípticos em filmes; também vemos algumas noticias, mas não estamos realmente nos preocupando, pois, para nós, não passa tudo de ficção – científica. A verdade está bem debaixo dos nossos olhos e, queiram ou não, este fato que apenas assistíamos em filmes como “Eu sou a Lenda”, “Inimigos Invisíveis”, “Arquivo X” e outros de grande sucesso nas telas dos cinemas e TVs do mundo, estão agora camufladamente infiltrando-se em nosso meio.

 

Pois a palavra de Deus nos diz em apocalipse 6-8: “E olhei, e eis um cavalo amarelo; e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o Inferno {Gr. Hades} o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta {parte} da terra com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.” E muitas vezes não damos a mínima, pois estamos tão farto do tal fim dos tempos e coisas desse gênero que simplesmente não damos mais crédito;  por isto pessoas do alto escalão do governo estão simplesmente nos fazendo como cobaias, nos estimulando através da mídia que tal doença que está alastrando-se pelo pais – “ tem que tomar vacina”, mas na verdade por de trás de todo este show de propagandas está um grande experimento para o fins dos tempos!

As origens dos vírus

A origem dos vírus não é inteiramente clara, porém a explicação atualmente favorecida é que eles sejam derivados de seus próprios hospedeiros, originando-se de elementos transferíveis do próprio DNA das espécies que eles infectam. Também tem sido sugerido que eles possam representar micróbios extremamente reduzidos, que apareceram separadamente no caldo primordial que deu origem às primeiras células, ou que as diferentes variedades de vírus teriam tido origens diversas e independentes. Quando não estão se reproduzindo, os vírus não manifestam nenhuma atividade: não crescem, não degradam nem fabricam substâncias e não reagem a estímulos. No entanto, a sua capacidade reprodutiva é assombrosa: um único vírus é capaz de produzir, em poucas horas, milhões de novos indivíduos.

Outras partículas infectantes que são tão simples estruturalmente quanto os vírus incluem os viróides, virusóides, Satellite, e príons (proteína).

Vírus imune

Cientistas australianos afirmam ter criado por acaso uma mutação do vírus da varíola, que destrói o sistema imunológico de ratos. Os pesquisadores da Organização Commonwealth de Pesquisa Científica e Industrial, em Camberra, estavam tentando produzir um anticoncepcional para ratos, usando um vírus geneticamente modificado. Constataram que o vírus destruiu a parte do sistema imunológico que normalmente protege contra os vírus. O doutor Bob Semark, que dirigiu a pesquisa, garantiu que o vírus não pode ser transmitido a seres humanos. Os pesquisadores acreditam que a relativa facilidade com que perigosos organismos como esse possam ser criados, alerta para a possibilidade da criação de armas biológicas letais por terroristas.

Aparentemente a nova versão geneticamente modificada do vírus da varíola é mais resistente às vacinas: dos ratos contaminados que tomaram a vacina, apenas metade sobreviveu ao vírus.Segundo os especialistas, uma disseminação em larga escala do vírus da varíola poderia ter conseqüências devastadoras, a doença tem um índice de mortalidade de aproximadamente 30%, e se manifesta inicialmente através de uma forte dor de cabeça e febre alta. Só depois de poucos dias é que aparecem os diversos pontos inflamados no corpo que são a marca característica da doença. A última epidemia de varíola foi registrada em 1977, na Somália e neste mesmo ano, após um intenso programa de vacinação, a Organização Mundial da Saúde decretou a erradicação da doença.

Situação preocupa

Apesar de alguns cientistas terem insistido para a destruição total dos vírus remanescentes, os Estados Unidos resolveram manter um estoque em laboratório para futuras experiências. O professor John Bartlett, co-diretor do Centro John Hopkins de Estudos de Bio-defesa Civil, de Baltimore, nos Estados Unidos faz um alerta: “A situação é preocupante, pois não há em todo o mundo alguém que seja imune a esse vírus. Se tivermos que começar a desenvolver uma nova vacina, levaremos muito tempo até que se consiga os resultados necessários”. Ele disse ainda que diversos países estão desenvolvendo um arsenal de armas biológicas e que um desses países está inclusive vacinando seus soldados contra varíola.

Um porta-voz da organização ambientalista Amigos da Terra disse que a criação acidental do vírus é realmente preocupante e vem mostrar a imprevisibilidade da engenharia genética. Ele ressalta que essas experiências não deveriam ser permitidas até que se tivesse mais conhecimento sobre o assunto.


Entrevista Bombástica com o Ex-satanista Daniel Mastral


Satanismo é Real. Existem pessoas como você e eu, de carne e osso, que adoram ao diabo. Muitos em nosso mundo sofrem influências demoníacas mesmo sem o saber. Mas adorar ao príncipe das Trevas, pactuar com ele, receber poderes do Inferno – isso é reservado para um Grupo organizado, unido, forte. Um grupo de milhares de pessoas que dominam a Alta Magia, e, através dela, englobam a Sociedade preparando-a para a vinda do seu messias: o Anticristo.

Eduardo Daniel Mastral foi um deles. Recrutado desde o seu nascimento pelo Império das Trevas, fez parte do Inferno na Terra. Ele foi um “Filho do Fogo”. Mas resgatado da escuridão, conheceu a verdade. Conheceu a Jesus, o Cristo! Hoje Daniel é um missionário de Jesus na Terra. Está vivo para testemunhar o poder grandioso de Jesus que está acima de tudo, tanto na Terra como em todo o Universo! Veja o que ele diz em uma entrevista sobre pragas, Vírus e o Anticristo.

P: Você conta em seu livro, que em uma certa ocasião quando ainda fazia parte do Satanismo, que você foi levado a um laboratório onde pessoas também Satanistas trabalhavam em um vírus, e que este mesmo vírus serviria para espalhar no mundo uma nova doença, pior que o Câncer, pior que a Aids, enfim pior que qualquer outra doença que o mundo já viu, e que por várias vezes você foi vacinado contra esta nova doença, baseando-se nisso, você acredita então que o Câncer e a Aids são doenças criadas em laboratórios? E pelo fato de você ter sido vacinado algumas vezes, você acredita estar imune a esta nova doença que ainda se manifestará?

Daniel Mastral: Creio sim, que muitas doenças elas são criadas propositalmente em laboratórios secretos. Uma das formas de efetuar uma seleção natural daqueles que não se curvaram ao Anticristo é justamente essa: criar uma nova praga que consumirá a todos que não tiverem aceitado a marca da besta – provavelmente tudo aponta que vai ser o biochip, né? Os que aceitarem a marca recebem então o antídoto, vão receber uma vacina contra essa nova praga (…).

Clique aqui para a entrevista completa.

UNICEF, vacinas e o controle da população

No Brasil hoje está ocorrendo uma campanha contra a rubéola – Brasil livre da Rubéola – que conta com o apoio da UNICEF. O problema nisso é que,não foi uma nem duas vezes, que a ONU, através da UNICEF, foi acusada de fazer parte de uma agenda mundial de controle populacional; utilizando para isso aborto,controle de natalidade ou até mesmo inserindo agentes esterilizantes em vacinas.

A rubéola atualmente é uma doença que não apresenta grandes riscos para a população. Existem poucos casos registrados anualmente e existe um diagnóstico preciso e tratamento eficaz. Em campanhas de vacinação semelhante em outros países, realizadas em nome de uma suposta preocupação com uma doença que não traz risco significativo, testes indicaram agentes esterilizantes nas vacinas. Como no caso atual da campanha “Brasil Livre da Rubéola”, o alvo eram pessoas em idade reprodutiva; como no caso do Brasil, a UNICEF estava por trás de todas as campanhas de vacinação que envolviam vacinas contaminadas com agentes esterilizantes. Na campanha de vacinação em massa contra a rubéola na Argentina em 2006, foi confirmada a presença de agentes esterilizantes nas vacinas. O UNICEF estava por trás da campanha.Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas. A campanha contou com o apoio do UNICEF.

Durante os anos, o UNICEF tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros meios de redução da população. Nessa questão, o UNICEF é bem parecido com o Ministro da Saúde José GomesTemporão. Para entender o que realmente quer a UNICEF, considere:

Em 1987, o UNICEF oficialmente apoiou “serviços de aborto de boa qualidade” na Conferência Internacional de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e Crianças em Nairóbi, Quênia. Em 1993, o UNICEF aumentou — de 2 para 5 milhões de dólares — sua contribuição para o UNFPA, órgão da ONU que vem apoiando a política da China comunista de forçar esterilização e abortos em mulheres com mais de um filho. Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas. (Clique aqui para o artigo original em inglês)

Estes exemplos são, creio eu, suficientes para não deixar muitas dúvidas quanto às intenções dos organizadores dessas campanhas de vacinação em massa. Inocentes campanhas compulsórias contra doenças “perigosíssimas” em países onde vacinas têm alta aceitação devido ao medo incutido na população tem se tornado em verdadeiras campanhas veladas de controle populacional.

E o que está rolando?

Nada ainda foi provado, mas as evidências apontam que existe alguma coisa além da imunização contra a rubéola nessa campanha de vacinação. A campanha abrangerá os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte e toda a população indígena. Deste universo nenhuma pessoa tem a opção de não tomar a vacina, a não ser os aidéticos ou pessoas com problemas no sistema imunológico.

Não adianta esperar que o Ministro da Saúde ou algum membro da UNICEF convoque uma coletiva para dizer se existe alguma coisa ou não por trás dessa vacina, mas uma boa olhada no que tem sido veiculado pela mídia é suficiente para deixar qualquer um de cabelos em pé e com uma pulga atrás da orelha

fonte: julio severo/www.juliosevero.blogpost.com

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Responses

  1. Olá,

    Tudo bem?

    Meu nome é Cristina e em nome do Ministério da Saúde envio algumas informações sobre as dúvidas citadas.

    A vacina não causa nenhum problema na gravidez. E este fato já foi comprovado até mesmo por estudos e acompanhamentos feitos com gestantes que se vacinaram sem saber que estavam grávidas. E nenhuma delas apresentaram problemas com o feto. As gestantes só não podem participar das campanhas por uma medida de prevenção, para que nenhum problema, que possa ocorrer na gestação, venha a ser ligado com a vacina.

    A vacina não causa infertilidade. O objetivo dessa campanha é livrar a população da Rubéola, assim como fez com a Paralisia Infantil e com o Sarampo. O público-alvo da campanha são 70 milhões de homens e mulheres em todo o Brasil.

    É importante que quem já se vacinou ou já tenha tido a doença, se vacine novamente. Assim, reforça o nível de imunidade contra a Rubéola e Sarampo, evitando possíveis danos à saúde e à qualidade de vida que a SRC (Síndrome da Rubéola Congênita) pode causar na vida das pessoas.

    Foi realizado um estudo para identificar a necessidade da população e, por isso, que há diferenças entre as regiões.

    Caso tenha mais dúvidas, você pode entrar no site http://www.brasillivredarubeola.com.br.
    Todas estas informações são públicas e estão abertas a todos, desde o primeiro dia da campanha.

    Att,

  2. bom naumm precisa escrever tao cumprido assim
    mas ja q escreveu e eu num tive tempo pra ler
    acho legal q tenha escrito um comentario


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