Publicado por: blogdocorvo | 17 Dezembro, 2009

Maçonaria seus juramentos e rituais pagãos

 

 

A Profanação do Templo
O profano (iniciante) aproxima-se lentamente com os olhos vendados. Ao entrar na loja, o irmão “experto” toca-lhe o peito com a ponta de uma espada. Então, segue o seguinte interrogatório.

O Venerável pergunta: – Vês alguma coisa, senhor?

A resposta do profano é imediata: – Não, senhor.

O Venerável prossegue: – Sentes alguma impressão?

Profano: – O contato de um objeto aguçado sobre o peito.

Venerável: – A arma cuja ponta sentes simboliza o remorso que há de perseguir-vos se fordes traidor à associação a que desejais pertencer. O estado de cegueira em que vos achais é o símbolo do mortal que não conhece a estrada da virtude que ides principiar a percorrer. O que quereis de nós, senhor?

Profano: – Ser recebido maçom.

Venerável: – E esse desejo é filho de vosso coração, sem nenhum constrangimento ou sugestão?

Profano: – Sim, senhor.

Venerável: – Previno-vos, senhor, que a nossa ordem exigirá de vós um compromisso solene e terrível… Se vos tornardes maçom, encontrareis em nossos símbolos a terrível realidade do dever.

Depois de submetido a muitas indagações, o profano é conduzido ao altar dos juramentos e ajoelha-se com o joelho esquerdo, pondo a mão direita sobre a constituição e a Bíblia, que devem ter em cima a espada. À mão esquerda, o profano segura o compasso, apoiando-o no lado esquerdo do peito. Daí, todos se levantam e ouvem o seguinte juramento:

“Eu, (nome), juro e prometo, de minha livre e espontânea vontade, pela minha honra e pala minha fé, em presença do Supremo Arquiteto do Universo, que é Deus perante esta assembléia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar quaisquer dos mistérios que sempre ocultarei e nunca revelarei qualquer uma das artes secretas, partes ou pontos dos mistérios ocultos da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo irmão ou em loja regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Juro também ajudar e defender meus irmãos em tudo o que puder e for necessário, e reconhecer como Potência Maçônica regular e legal no Brasil o Grande Oriente do Brasil, ao qual prestarei obediência. Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado, e meu corpo enterrado nas areias do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrílego para com Deus, e desonrado para com todos os homens. Amém”.

Em seguida, o neófito é conduzido para uma sala contígua ao templo, onde já se encontram colocadas duas urnas com espírito de vinho aceso. Deitado no chão, sobre um pano preto, deve estar um irmão (maçon), como se estivesse morto, amortalhado com a capa do 1º Experto. Todos os irmãos estarão de pé, sem insígnias, e armados de espada que apontam o neófito. Este é então desvendado pelo Venerável e encontra-se subitamente num ambiente lúgubre, com inúmeras espadas voltadas para ele. E ouve as graves admoestações do Venerável:

“Este clarão pálido e lúgubre é o emblema do fogo sombrio que há de alumiar a vingança que preparamos aos covardes que perjuram. Essas espadas, contra vós dirigidas, estão nas mãos de inimigos irrecon-ciliáveis, prontos a embainhá-las no vosso peito se fordes tão infeliz que violeis vosso juramento”.1

Como bem se expressa o Dr. Boaventura Kloppenburg, temos de ponderar que não estamos lendo alguma peça teatral, nem um documento antigo de sombrias épocas de sangue e vingança, mas o ritual prescrito para iniciação no primeiro grau da maçonaria.

Daí a pergunta que não quer calar: “Pode o cristão submeter-se a um ritual e juramento imbuídos de aspectos explicitamente condenáveis pela Palavra de Deus? Como imaginar até mesmo um pastor diante desse sacramento de iniciação maçônico? Como congregar, sob o mesmo teto, evangélicos, espíritas, muçulmanos, umbandistas, católicos, budistas, entre outros grupos religiosos, em nome de uma entidade divina conhecida pelo título de ‘Grande Arquiteto do Universo’? Será que tais pessoas estão de fato adorando o Deus de Abraão, Isaque e Jacó? Ou seja, o Deus da Bíblia?”.

Dá para imaginar, por exemplo, um cristão indo a um templo hindu para participar de uma cerimônia? Tal cristão poderia presumir que, seguindo os rituais hindus, estaria adorando a Jesus, ainda que participando de uma oração grupal a Vishnu?

Suponhamos, ainda, que os hindus concordem em mudar o nome Vishnu para Grande Arquiteto do Universo. Ainda que façam isso, certos elementos dos rituais da adoração pagã, como, por exemplo, andar ou dançar em círculos, hão de permanecer. Com a substituição do nome “divino”, seria então aceitável ao cristão participar de uma cerimônia de adoração hindu? E se porventura os hindus permitissem ao cristão participar da liturgia, dos rituais e fazer as orações hindus em nome de Jesus, tal adoração tornar-se-ia cristã?

Escrevendo aos irmãos de Corinto, o apóstolo Paulo disse o seguinte:

“Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?” (1Co 10.20-22).

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis. Pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o santuário do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor. Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co 6.14-17).

Para abonar essa contestação, devemos antes conhecer alguns segredos dessa entidade tão secreta. Primeiramente, analisaremos vários trechos de livros e manuais da maçonaria, embora muitas obras de sua autoria ainda permaneçam na obscuridade para os de fora. Como referência, tomaremos os livros atuais (nacionais e internacionais), escritos por maçons do mais alto grau, que descrevem o que ocorre dentro das lojas. Ainda que algum maçom negue a autoridade absoluta desse ou daquele autor maçônico, não poderá, no entanto, negar que tais escritos representam a prática e o ensino da maçonaria brasileira e mundial. A análise que faremos será à luz da Bíblia, a única regra de fé e prática dos cristãos evangélicos (2Tm 3.16,17).

O presente artigo nada mais é do que uma reflexão para saber se existe a possibilidade de uma pessoa poder conciliar ou não o cristianismo e a maçonaria. E também para saber se, ao abraçar as duas, ela está participando de duas religiões ou de uma só.

Se porventura o leitor já tiver sua própria posição a respeito do assunto, que o Senhor Deus o ajude a analisar as informações aqui descritas detalhadamente e, sobretudo, a buscar o conhecimento da vontade de Deus, por meio da orientação do Espírito Santo e da própria Bíblia. Somente assim, querido leitor, você terá condições de reavaliar sua posição e defini-la à luz da Palavra de Deus (Ef 5.17).
Um pouco sobre a maçonaria

Segundo afirmações dos próprios maçons, a maçonaria não é uma sociedade secreta. “Isso é calúnia dos adversários”, apregoam. Dizem, ainda, em alto e bom som, que a maçonaria é discreta, não secreta. Na Constituição do Grande Oriente do Brasil, art. 17, onde se especifica os deveres das lojas, sob a letra p vem a seguinte norma: “nada expor, imprimir ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior da autoridade a que estiver subordinada, salvo Constituições, Regulamentos Gerais, Regimentos Particulares, Rituais, Leis, Decretos e outras publicações já aprovadas pelos Poderes competentes. Toda e qualquer publicação atentatória dos princípios estabelecidos nesta Constituição ou da unidade da Ordem sujeitará os seus autores às penalidades da Lei”.

É rigorosamente proibido aos profanos (não-maçons) tomar parte nas sessões comuns das lojas, como está relatado no art.19, parágrafo único, da Constituição: “As oficinas, sob nenhum pretexto, poderão admitir em seus trabalhos maçons irregulares; deverão identificar os visitantes pela palavra semestral”.

Com essas declarações de documentos oficiais autênticos, chegamos à conclusão de que a maçonaria é uma sociedade verdadeiramente secreta, no sentido próprio da palavra.
Qual a relação entre o cristianismo e a maçonaria?

Para ser aceito na maçonaria, o profano tem de observar alguns deveres preestabelecidos:

1. “Reconhecer como irmãos todos os maçons regulares e prestar-lhes, e também às suas viúvas, ascendentes ou descendentes necessitados, todo auxílio que puder;

2. Freqüentar assiduamente os trabalhos das oficinas; aceitar e desempenhar, com probidade e zelo, todas as funções e encargos maçônicos que lhe forem confiados, além de esforçar-se pelo bem da Ordem em geral, da pátria e da humanidade;

3. Satisfazer com pontualidade as contribuições pecuniárias que, ordinária ou extraordinariamente, lhe forem legalmente atribuídas;

4. Nada imprimir nem publicar sobre assunto maçônico, ou que envolva o nome da instituição, sem expressa autorização do Grão Mestre, salvo quando em defesa da Ordem ou de qualquer maçom injustamente atacado;

5. Ajudar e proteger seus irmãos em quaisquer circunstâncias e, com risco da própria vida, defendê-los contra as injustiças dos homens;

6. Manter sempre, tanto na vida maçônica como no mundo profano, conduta digna e honesta, praticando o bem e a tolerância, respeitando escrupulosamente os ditames da honra, da probidade e da solidariedade humana, subordinando-se com-preenssivamente às disposições legais e aos poderes maçônicos constituídos;

7. Amar os seus irmãos, mantendo bem alta a flama da solidariedade que deve unir os maçons em toda a superfície da terra”.2

Entre os deveres aqui enumerados, temos de acrescentar o que consta no art.1, parágrafo 1, letra g desta mesma Constituição onde se encontra o “requisito essencial” para os profanos, candidatos à iniciação, sem o qual não serão aceitos: “não professar ideologias contrárias aos princípios maçônicos e democráticos”. Se ele infringir essas normas, o art. 32, nº 13, confere ao Grão Mestre Geral, ou ao seu substituto legal, a atribuição de “suspender, com motivos fundamentados, para que sejam eliminados pelos Poderes competentes os maçons que professarem ideologias ou doutrinas contrárias aos princípios da Ordem e da Democracia”.

Assim, como o cristão maçom pode compartilhar suas ideologias cristãs aos companheiros de loja? No Dicionário Filosófico de Maçonaria, de Rizzardo da Camino, 33º grau, membro fundador da Academia Maçônica de Letras, encontramos a seguinte definição para cristianismo:

“A religião cristã, em si, não é adotada pela maçonaria, mas, sim, os princípios cristãos. A maçonaria é adotada em todos os países e proclama a existência de Deus sob o nome de Grande Arquiteto do Universo; não importa a religião que o maçom siga, o que importa é a crença no Absoluto, no Poder Divino, em Deus, seja qual for o nome que se lhe der, como Jeová ou Alá”.3

Como podemos ver nessa de-claração, a maçonaria não adota o cristianismo e, conseqüentemente, não aceita a existência de Jesus Cristo como o único Deus. Negar a crença no Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) é impedimento absoluto para a iniciação na maçonaria4, entretanto, é indiferente a crença em Jesus Cristo ou em Buda. Ainda que em seus rituais os maçons falem em Deus ou do Ser Supremo, ignoram a Santíssima Trindade, não mencionando uma vez sequer o santo nome de Jesus. Na verdade, os maçons jamais se dirigem a Deus mediante a Cristo. Diante disso, o verdadeiro cristão não pode aprovar semelhante abstração do cristianismo e muito menos conviver com esse tipo de coisa.

As características distintas dos deuses das diferentes religiões são outra evidência de que eles não são a mesma pessoa. Por exemplo: Brahma, o deus hindu, engloba em si o bem e o mal; Alá, o deus do islamismo, dificilmente perdoa; mas Yahweh, o Deus dos cristãos, é um Deus zeloso (Êx 34.14).

Algumas religiões são politeístas, ou seja, têm vários deuses (como a dos egípcios e a dos gregos). Outras são monoteístas (como o judaísmo e o cristianismo). Os hindus acreditam na reencarnação, sendo que no hinduísmo pode-se regredir e reencarnar em um animal. Os cristãos crêem na ressurreição: à volta do espírito no mesmo corpo. Determinadas religiões acreditam na extinção da vida, enquanto outras pregam a imortalidade da alma ao lado de Deus. Há aquelas que dizem que os homens tornam-se deuses após várias reencarnações. Outras afirmam que só existiu e sempre existirá um único Deus. Diante disso, será que o ser humano pode adorar a deuses tão diferentes (e isso simultaneamente) como se fossem um só?

O sistema maçônico, especialmente o Rito Escocês Antigo e Aceito, pode ser chamado de “deísta”, ou seja, considera a existência de um deus impessoal, destituído de atributos morais e intelectuais, confundindo-se com a natureza5. Os deístas limitam a participação de Deus à criação, como se Ele tivesse deixado o mundo para ser governado pelas leis naturais.6 Esse sistema difere do “teísmo” cristão, no qual Deus é um Deus pessoal e interfere permanentemente no destino da humanidade.

Para entendermos melhor o deísmo maçônico, vejamos a declaração de Rizzardo da Camino: “Cada religião expressa Deus, com nome diferente, como os israelitas que o denominam de ‘Jeová’; isso não importa, o que vale é sabermos que esse Grande Arquiteto do Universo é Deus”.7

Os cristãos, no entanto, não concordam com essas palavras. Não é a mesma coisa adorar o Deus verdadeiro e um bezerro de ouro, como os israelistas fizeram no deserto (Êx 32.1-10; Ne 9.6-31). O Deus da Bíblia é pessoal e único. Ele se preocupa com as pessoas e não abandonou a humanidade. Parece lógico seguir a todos os deuses, porque assim, no final, aquele que for o deus verdadeiro vai se manifestar em prol de seus seguidores. Mas o Deus das Escrituras não aceita ser comparado e muito menos igualado a outros deuses, simplesmente porque não existem outros deuses (Sl 115. 2-9). O nosso Senhor não aceita concorrência e estabelece que sejamos fiéis ao seu nome: “Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e além de mim não há Deus” (Is 44.6). “… guarda-te para que não esqueças o Senhor, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão. O Senhor teu Deus temerás, a Ele servirás, e pelo seu nome jurarás. Não seguirás outros deuses, nenhum dos deuses dos povos que houver à roda de ti” (Dt 6.12-14).

O indiferentismo perante Cristo é impossível: “Quem não é comigo é contra mim” (Mt 12.30), disse Jesus. Mas o verdadeiro maçom, em virtude dos “princípios estabelecidos” pela maçonaria, não pode estar com Cristo seguindo todos os seus ensinamentos e obedecer a todos os mandamentos maçons. Não é possível ser maçom verdadeiro e regular e, ao mesmo tempo, cristão autêntico e convicto.
A maçonaria é uma religião?

O primeiro e principal dever de cada loja maçônica, de acordo com a determinação do art.17, letra a, da Constituição do Grande Oriente do Brasil, é este: “observar cuidadosamente tudo quanto diz respeito ao espírito e à forma da instituição, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição, as leis e as decisões dos Altos Corpos da Ordem”.

Antes de qualquer coisa, vamos analisar o que é religião. No Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, temos a seguinte definição: “culto prestado a uma divindade…”. Essa definição encaixa-se perfeitamente bem com as palavras de Rizzardo da Camino, 33º grau maçônico, autor de mais de quarenta livros: “O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo”8. Com isso fica provado que o que acontece dentro da loja maçônica nada mais é do que um culto de adoração a uma divindade, ao Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.).

Existe um sistema de adoração dentro das lojas, conforme as palavras do maçom Carl H. Claudy: “As lojas da maçonaria são construídas para Deus. Simbolicamente, ‘construir para Deus’ significa edificar algo em honra, adoração e reverência a Ele. Mal o neófito entra no Portão Ocidental recebe a impressão de que a maçonaria adora a Deus”.9 Vejamos ainda o que diz o importante autor maçônico Henry Wilson Coil, em sua Enciclopédia Maçônica: “A ma-çonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos?… É exatamente isso que a Loja faz”.10

Como a maçonaria exige a crença no Grande Arquiteto do Universo e na imortalidade da alma para que o candidato se torne maçom, isto se torna uma grande evidência de que essa entidade é religiosa e possui um credo ou uma doutrina. Na cerimônia de admissão e a cada passagem de grau são feitos juramentos que nada mais são do que promessas ou profissões de fé no Grande Arquiteto do Universo e na fraternidade maçônica.

Diante de tudo o que vimos, como fica então? Podemos chamar a loja de templo, mas não de igreja? De fraternidade, mas não de religião? As invocações lá realizadas não são adorações? As liturgias não são cultos? A iniciação não é um tipo de batismo?

Será que as pessoas que insistem em negar a religiosidade da maçonaria não estão com as mentes fechadas? Ou será que escondem que a maçonaria é uma religião para que possam infiltrar-se nas igrejas? Uma coisa é certa: o cristão maçom pode negar que freqüenta duas religiões ao mesmo tempo, mas a sua declaração não muda os fatos.
Os praticantes da maçonaria

Sabemos que a maçonaria aceita qualquer pessoa, independente de seu credo religioso. A loja recebe muçulmanos, espíritas, budistas, entre outros, como membros. E também satanistas, magos e bruxos, inclusive nos mais altos graus. Nomes como Aleister Crowley, Albert Pike, Lynn F. Perkins (fundador da Nova Era), Jorge Adoum (Mago Jefa), Charles W. Leadbeater e o mágico Manly P. Hall11 constam de sua lista de participantes.

William Schnoebelen conta que era bruxo quando foi admitido na maçonaria. Para ele, o G.A.D.U. era o próprio Lúcifer (o diabo). Com o tempo, ele descobriu outros satanistas que também faziam parte do grupo12. Parece difícil conciliar cristãos e satanistas sob o mesmo teto, mas isso realmente acontece na maçonaria. Albert Pike, um dos grandes líderes maçons, escreveu que Lúcifer é deus e “portador da luz” e que a maçonaria deve seguir a doutrina luciferiana:

“A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina luciferiana. Se Lúcifer não fosse deus, será que Adonai, cujas ações provam sua crueldade, perfídia e ódio pelos homens, barbarismo e repulsa pela ciência, e seus sacerdotes o caluniariam? Sim, Lúcifer é deus, e infelizmente Adonai também é deus. Pois a lei eterna é que não há branco sem o preto, pois o absoluto só pode existir como dois deuses: as trevas são necessárias como moldura para a luz, assim como o pedestal é necessário para o que é imponente… Desta forma, a doutrina do satanismo é uma heresia; a religião filosófica pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonai; mas Lúcifer, deus da luz e deus do bem, está batalhando pela humanidade contra Adonai, o deus das trevas e do mal”.13

No hebraico, o termo Adonai significa literalmente “Senhor” ou “Mestre”. É sinônimo de Yahweh (transcrito como “Senhor” na Bíblia de Almeida) e Elohim (traduzido “Deus”, ou seja, o nosso Deus). Albert Pike diz, absurdamente, que o nosso Deus é o deus das trevas, que odeia os homens! Que contraste com a revelação bíblica, que afirma: “Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí” (Jr 31.3). E ainda: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).

A maçonaria não aceita, e nem poderia aceitar, o cristianismo, porque é impossível conciliar cristianismo e satanismo. O Deus que para nós é o Deus do bem, para o líder maçom é o deus do mal. Será que o cristão pode submeter-se a isso: adorar o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.), que na maçonaria pode ser o próprio diabo?
O valor da Bíblia

Na Enciclopédia Maçônica de Coil, lemos o seguinte: “A opinião maçônica prevalecente é a de que a Bíblia é apenas um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação Divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até hoje, nenhuma autoridade tem mantido que um maçom deve acreditar na Bíblia ou em qualquer parte dela”14. Para a maçonaria, a Bíblia é “uma das três grandes luzes emblemáticas”, sendo colocada no mesmo patamar dos seus símbolos (esquadro e compasso). Mesmo que Coil não negasse o conteúdo divino da Palavra de Deus, esta atitude comparativa já seria suficiente para demonstrar que a Bíblia não é mais importante do que os símbolos maçônicos. Além disso, segundo a doutrina maçônica, ela pode ser substituída por qualquer outro livro de religião fluente no país. Nos países islâmicos, por exemplo, usa-se o Alcorão, em Israel, a Torá etc. Alguns maçons dizem que a Bíblia é um “livro sagrado” para a loja, mas se ela pode ser substituída por outros livros, então não é sagrada, já que um objeto sagrado é insubstituível.

Oliver Day Street, outro erudito da loja, chega a dizer o seguinte: “Nenhuma loja entre nós deve ser aberta sem sua presença (da Bíblia). Mesmo assim, ela não é mais do que um símbolo… Não há nada de sagrado ou santo no mero livro. É só papel comum… Qualquer outro livro com o mesmo significado serviria…”.15 Outro maçom, J.W. Acker, afasta qualquer semelhança entre a maçonaria e o cristianismo bíblico ao declarar: “Os judeus, os chineses, os turcos, cada um rejeita ou o Antigo ou o Novo Testamento, ou ambos, e ainda assim não vemos nenhuma boa razão por que não se devam tornar maçons. Na verdade, a Maçonaria da Loja Azul nada tem a ver com a Bíblia. Não se fundamenta na Bíblia. Se assim fosse, não seria Maçonaria”.16

Se para os maçons a Bíblia é apenas um enfeite ou uma parte da mobília da loja17, a opinião dos cristãos é diferente, pois, de acordo com o apóstolo Pedro, “… nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.20,21).
A Bíblia é a revelação de Deus aos homens!

Uma questão de escolha

Ser religioso não significa apenas freqüentar um local para prestar culto. É muito mais que isso. Ser religioso é seguir fielmente a doutrina que professa. Se a pessoa crê em Cristo, deve ser de Cristo. Se acredita no Alcorão, deve ser islâmica. Não importa se o caminho que escolheu é certo ou errado. Deve ser firme, convicta. Lembremo-nos do que Cristo disse em Mateus 12.30: “Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.

Muitos maçons se dizem religiosos porque são líderes em suas Igrejas e ajudam os pobres. Publicamente louvam a Deus, mas no ambiente maçônico ajoelham-se diante do pentagrama e adoram os símbolos dos deuses do Egito e do pecado.

É uma pena que, apesar da controvérsia sobre o assunto, muitos cristãos ainda insistam em ser maçons, demonstrando que não são capazes de abdicar de seus interesses pessoais ou de uma série de interesses em prol da obra do Senhor Jesus. Ao invés de buscarem a união na Igreja, insistem em ser causa de divisão (Ef 4.3). Muitos demonstram e chegam a declarar abertamente que, se for preciso escolherem entre a loja e a Igreja, preferem permanecer na loja. É mesmo o fim dos tempos. Quantos estão apostatando da fé. Suas mentes estão cauterizadas (1Tm 4.1,2; Hb 3.12-19; 2Tm 4.3,4).

A verdade é que os maçons têm a maçonaria como uma religião, isto é, defendem-na como uma religião, freqüentam-na como uma religião. Muitos chegam a dizer que encontraram nessa entidade “paz” e “comunhão” que não encontraram na Igreja!18 Mas será que o mundo pode oferecer paz semelhante à que Cristo dá? O que Jesus diz em João 14.27?

A Palavra de Deus afirma que aquele que não concorda com as sãs palavras de Cristo é causador de questões e contendas (1Tm 6.3-5). Se a maçonaria se torna, cada vez mais, motivo de confusão e controvérsia entre os irmãos cristãos, por que insistir nessa dissensão? “Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz” (1Co 14.33). Dissensões e facções são obras da carne (Gl 5.19-21). O cristão que abraça a maçonaria escandaliza outros irmãos e coloca dúvidas nos recém-convertidos, que se confundem com opiniões divergentes dentro da Igreja.

O cristão maçom não leva apenas problemas para a Igreja, mas também para a sua casa. Ao chegar da loja, não pode contar nada do que aconteceu lá. É uma situação difícil para o lar cristão: o marido escondendo coisas da mulher. A esposa é aquela para quem ele jurou fidelidade e lealdade. É a sua companheira até que a morte os separe que não pode saber o que ele está fazendo fora de casa. Além da esposa, os filhos e outros familiares passam a viver em um ambiente de mistério e segredos. E isso não agrada o nosso Deus, que quer que sejamos sinceros e falemos sempre a verdade.

Os enigmas de Sansão trouxeram sérios problemas para a sua vida familiar (Jz 14.10-14). Não podemos nos esquecer disso!
GRAUS DO RITO ESCOCÊS

LOJA OU GRAUS SIMBÓLICOS

1. Aprediz
2. Companheiro
3. Mestre

GRAUS CAPITULARES

4. Mestre Secreto
5. Mestre Perfeito
6. Secretário Íntimo
7. Chefe e Juiz
8. Superintendente do Edifício
9. Mestre Eleito dos Nove
10. Ilustre Eleito dos Quinze
11. Sublime Mestre Eleito
12. Grande Mestre Arquiteto
13. Mestre do Arco Real de Salomão
14. Grande Eleito Maçon
15. Cavaleiro do Oriente ou da Espada
16. Príncipe de Jerusalém
17. Cavaleiro do Leste e Oeste
18. Cavaleiro da Ordem Rosa Cruz

GRAUS FILOSÓFICOS

19. Grande pontífice
20. Grande Ad-Vitam
21. Patriarca Noachita ou Prussiano
22. Cavaleiro do Machado Real
23. Chefe do Tabernáculo
24. Príncipe do Tabernáculo
25. Cavaleiro da Serpente de Bronze
26. Príncipe da Misericórdia
27. Comandante do Templo
28. Cavaleiro do Sol
29. Cavaleiro de Santo André
30. Cavaleiro Cadosh

GRAUS SUPERIORES

31. Inspetor Inquisidor
32. Mestre do Segredo Real
33. Grande Soberano Inspetor Geral
SÍMBOLOS DA MAÇONARIA

ESQUADRO: Significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino; e a outra vertical, o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus.

COMPASSO: Traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaços. Representa o senso da medida das coisas. Significa a medida das coisas.

NÍVEL: Representa a igualdade. Todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.

PRUMO: Indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.

CINZEL: Sugere o trabalho inteligente.Instrumento manejado pelo aprendiz com a mão esquerda. Como o cinzel é uma ferramenta que exige uma participação de outra (o malho), representa a inteligência humana, que isolada nada constrói.

PENTAGRAMA: Representação de um homem de pé com as pernas abertas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.

COLUNAS: São três colunas no templo maçônico.Uma significa o lado masculino, a força; a outra o feminino, a beleza; a terceira, a sabedoria.

SOL: É a fonte da vida, a positividade da existência do homem.

AVENTAL: Usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência.

ESPADA: É o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.

DELTA LUMINOSO: Representa a presença de Deus, demonstrando a sua onisciência. É um triângulo com um olho no centro.

 Fonte:http://www.lideranca.org

Publicado por: blogdocorvo | 11 Julho, 2009

Adolf Hitler e o ocultismo

suastica

Como um Maluco Como Adolf Hitler Conseguiu Tomar o Controle de um País Tão Civilizado Como a Alemanha e Exterminar Impiedosamente Milhões de Pessoas?
Em 30 de abril-1 de maio, líderes israelenses levaram judeus de todo o mundo a uma sóbria lembrança do Holocausto perpetrado pelos nazistas. Será se eles perceberam que escolheram o período exato de dois dias conhecido como Beltaine, para realizar essas cerimônias memoriais? Independente se eles perceberam ou não, você descobrirá que a escolha desse feriado pagão é muito apropriada, pois Adolf Hitler pôde perpetrar sua monstruosa campanha assassina somente por que ele passou pelos rituais satânicos mais incríveis no mundo e era possesso pelos demônios mais poderosos imagináveis.

Vamos primeiro iniciar com a lembrança do Holocausto.

Resumo da Notícia: “Dia de Lembrança do Holocausto”, Stan Goodenough, Jerusalem Newswire, 30 de abril de 2008.

“Embora nunca muito longe de suas memórias coletivas e — em números cada vez menores, de individuais, o genocídio de mais de seis milhões de judeus europeus foi marcado para ser revisitado pelos mais de 5,5 milhões de filhos e filhas de Abraão na quarta-feira, enquanto a nação cujo Estado renasceu das cinzas de Auschwitz se preparava para celebrar o Dia de Lembrança do Holocausto. Durante 24 horas, até o pôr do sol da quinta-feira, os israelenses se saturaram com imagens, filmes, entrevistas, reportagens, marchas e reuniões nas escolas, e com as sirenes que soaram durante dois minutos em todo o país para levar todos a fazer uma pausa e lembrar como um em cada três judeus em todo o mundo pereceu nas mãos dos nazistas. Existem cerca de 250.000 sobreviventes do Holocausto vivos em Israel hoje…”

Em toda a história humana, nenhuma nação ficou tão traumatizada por uma tentativa de genocídio quanto os judeus durante o tempo de Hitler e no período posterior imediato. Não somente um maluco tomou o controle político de um país industrializado, mas seduziu a vasta maioria de seus cidadãos a realizarem seus planos. Quando a poeira baixou ao fim da Segunda Guerra Mundial, um número estimado de 72 milhões de pessoas tinha morrido, 47 milhões das quais eram civis!

No entanto, as estatísticas que traumatizam o povo judeu é que Hitler tenha conseguido matar quase seis milhões de judeus durante um período de sete anos (1938-1945), 33% do número total de judeus no mundo. Entretanto, do ponto de vista de Hitler, seu esforço foi um fracasso, porque ele tinha estabelecido no início da Segunda Guerra Mundial o objetivo de matar 100% dos judeus em todo o mundo.

Após o fim desta guerra global horrível, milhares de livros foram escritos, muitos dos quais faziam a seguinte pergunta: ‘Como pôde esse tipo de monstruosidade acontecer neste mundo ‘civilizado’ e como um líder tão louco obteve o controle total do país mais civilizado da Europa — a Alemanha?”

Este atual editorial capta essa questão enigmática perfeitamente.

Resumo da Notícia: “Nunca vou compreender: Até hoje, Noah Klieger não consegue compreender como os alemães conseguiram fazer o que fizeram”, YNET News, 1 de maio de 2008.

“Há muitos anos, toda vez que chego a Auschwitz, tenho a mesma impressão. Parece que não sou eu quem esteve aqui durante esse período incrivelmente tenebroso, mas ao contrário, alguma outra pessoa, cuja história eu ouvi em algum momento em minha vida. Mesmo quando escrevo um relato pessoal do meu passado, tenho uma sensação que não estou falando a respeito de mim mesmo. Entretanto, essa sensação se dissipa logo em seguida e novamente eu me lembro bem que de fato fui eu quem esteve ali. Fui um daqueles que passaram por todos aqueles horrores. Fui um dos que sobreviveram, contra todas as probabilidades — e certamente uma contradição aos planos dos alemães.”

Após falar de seu coração e de suas lembranças, esse sobrevivente do Holocausto então chega à parte central de sua dolorosa pergunta.

“Há muitos anos que venho fazendo a mim mesmo certa pergunta. Como puderam aparentes seres humanos, que mantinham uma vida privada absolutamente normal, perpetrar os horrores que não podem ser descritos em palavras? Como eles conseguiam ser tão cruéis? Há muitos anos que venho pensando sobre aqueles alemães que trabalhavam em Auschwitz e nos outros campos de extermínio. Como é possível que no fim de toda tarde os oficiais voltavam para as zonas residenciais na área externa ao campo, beijavam suas mulheres e filhos e sentavam-se à mesa para jantar com suas famílias? Como eles podiam acariciar o gato ou brincar com o cachorro — como eu vi muitas vezes com meus próprios olhos quando passava perto de suas casas, quando estava indo realizar algum trabalho pesado. A cada manhã, aqueles oficiais voltavam para seu trabalho: Exterminar milhares de judeus.”

São perguntas excelentes e para as quais temos a resposta, porque estamos estudando a feitiçaria de Magia Negra há quase vinte anos.

Vamos começar com o homem que foi responsável por toda essa guerra global e todos os horrores que ela causou: Adolf Hitler.

Hitler era possesso por um determinado tipo de loucura — uma loucura causada pela feitiçaria de Magia Negra.

Para compreender Adolf Hitler, é necessário compreender a sociedade secreta satânica “Irmandade da Morte”, que treinou Hitler nos recessos mais profundos e tenebrosos do satanismo.

Vamos iniciar com uma rápida visão geral da Sociedade de Thule, começando com um estudo de suas práticas e de sua história relevante. Adolf Hitler ingressou nessa sociedade em 1919, tornando-se um adepto sob a liderança de Dietrich Eckhart. Posteriormente, a Sociedade de Thule selecionou Hitler para ser seu líder da Nova Ordem Mundial, como Eckhart revelou em seu leito de morte, ao dizer:

“Sigam Hitler; ele dançará, mas fui eu que iniciei a música. Eu o iniciei na Doutrina Secreta, abri seus centros de visão e lhe dei os meios de se comunicar com os poderes.” [Trevor Ravenscroft, The Spear of Destiny (A Lança do Destion), pg 91; tradução nossa].

Os membros da Sociedade de Thule eram satanistas e praticantes de Magia Negra — isto significa que eles estavam “unicamente preocupados com a elevação de suas consciências por meio de rituais para a compreensão do mal e das inteligências não-humanas no universo; e com a obtenção dos meios de se comunicar com essas inteligências.” [Ravenscroft, pg 161].

Concentre-se nessa palavra aparentemente inocente, rituais. Os cristãos associam um ritual a um serviço na igreja, sem compreender o significado ocultista que ela contém. O Dicionário de Nova Era define ritual como “uma cerimônia para restaurar o equilíbrio com a natureza… e trazer de volta a harmonia e o sagrado perdidos.”

Lembre-se que estamos lidando com o mundo satanista, em que o bom é chamado de mau e o mau é chamado de bom. O sagrado mencionado aqui é o sagrado satânico. Literalmente, “rituais são atividades prescritas de forma bastante exata que têm o objetivo de fazer com que o poder demoníaco flua pelo meio dos participantes.” Essas atividades são cantos proscritos, declamação de fórmulas mágicas e ações cuidadosamente planejadas. O efeito é devastadoramente poderoso, à medida que a força demoníaca é derramada sobre os participantes, produzindo a falsificação de uma experiência espiritual, que literalmente transforma a vida dos participantes. Nunca negligencie a palavra ritual, pois é uma palavra de poder satânico.

Os membros da Sociedade de Thule praticavam uma forma de Magia Sexual derivada de uma loja da qual Aleister Crowley era membro. Crowley foi reconhecido como o maior e principal adorador de Satanás no século XX. “A origem dessa… magia sexual… pode ser rastreada até um maçom, Robert Little, que fundou a Societas Rosicruciana, em 1865… [Ravenscroft, Spear of Destiny, pg 164-65] Embora as perversões sexuais reais praticadas sejam grosseiras demais para compartilhar, os resultados não são. O autor Ravenscroft diz que “a indulgência nos rituais mais sadistas despertava uma visão penetrante sobre a operação das Inteligências do Mal e concedia poderes mágicos fenomenais.” [Ibidem, pg 167] Esta era a Sociedade de Thule.

Separe um momento para refletir dos dois elementos desta frase, pois esse é o poder que começou a fluir por meio de Adolf Hitler após ele passar por diversos rituais satânicos cuidadosamente planejados.

“Despertavam uma visão penetrante sobre a operação das Inteligências do Mal”
“Concediam poderes mágicos fenomenais.”

A partir do momento em que Hitler entrou no cenário público, em meados dos anos 1920, cada movimento, cada palavra e cada decisão dele foram realizados com poderes mágicos fenomenais! Ele confundia seus adversários; emocionava seus seguidores com sensações que pareciam quase de origem sobrenatural; e ele conseguiu realizar a diplomacia mais astuta e eficaz que o mundo já viu. Até que seus demônios começaram a traí-lo durante a Campanha da Rússia, Hitler era visto com admiração e temor pela maioria dos alemães, incluindo o alto comando das Forças Armadas.

Mas, como Hitler pôde ter planejado matar todos os judeus do mundo? Essa decisão foi realmente monstruosa e repleta com um ódio de origem sobrenatural.

Ravenscroft registra os efeitos que os muitos rituais tiveram sobre Hitler:

“… a perversão sexual tomou uma posição central na vida de Hitler… uma monstruosa perversão sexual era o centro de toda a sua existência, a fonte de seus poderes mediúnicos e clarividentes e a motivação que estava por trás de cada ato, por meio do qual ele colhia uma vingança sadista contra a humanidade.” [Ibidem, pg 171; tradução nossa].

O ato final de Eckhart foi iniciar Hitler em um “monstruoso ritual mágico e sadista… após o qual ele ficou sexualmente impotente. A impotência de Hitler tinha uma profunda base psicológica. Ele conhecia a realização sexual por meio dos extremos do sadismo e do masoquismo…” [Ravenscroft, pg 155, 173; tradução nossa] Essa impotência produziu um golpe final devastador na estrutura psicológica de Hitler, tornando-o finalmente o assassino sadista que a história registra.

Você pode ver como o desvio sexual em Adolf Hitler foi tão grande que ele passou a odiar toda a humanidade e até mesmo a vida? Quando você combina essa perversão sexual inacreditável, que foi atingida somente por meio de rituais satânicos, precisa entender que toda essa perversão veio direto do inferno, realizada pelas legiões de demônios que possuíam o Furher alemão!

Entretanto, essa perversão sexual estava combinada com sua aversão anterior a todos os judeus — que ocorreu em seu coração quando ele começou a se envolver com o satanismo antes de ingressar na Sociedade de Thule — para produzir o monstro que pôde planejar matar todos os judeus e utilizar o poder satânico necessário para perpetrar essa ação!

Hitler foi literalmente levado à loucura; mas essa insanidade estava sob o controle dos demônios para que ele fosse friamente eficiente durante a maior parte da guerra.

Mas há mais a compreender sobre como e por que Hitler e a Alemanha puderam perpetrar o Holocausto!

A Sociedade de Thule acreditava na “comunicação com uma hierarquia de super-homens — Os Chefes Secretos da Terceira Ordem”. (Ibidem) A qualidade que tornava esses seres super-homens era a espiritualidade ocultista. Além disso, eles criam na Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky, que ensina que certos super-homens sobreviveram à destruição da Atlântida com seus altos níveis de consciência intactos. Esses super-homens eram arianos. Essas duas crenças combinaram-se em uma por meio da Sociedade de Thule e Hitler, culminando com os campos de concentração nazistas. [Ibidem, pg 166] Quando um grupo de pessoas incorpora em sua estrutura de crenças espirituais que eles são inerentemente superiores a outro grupo de pessoas, é inevitável que o genocídio ocorra tão logo possível.

A Sociedade de Thule regularmente realizava sessões espíritas, durante as quais eles se comunicavam com os demônios que se mascaravam como uma pessoa morta, ou que simplesmente apareciam como espíritos-guia. “Dietrich Eckhart, Alfred Rosemberg e Adolf Hitler invocavam a manifestação do anticristo nas sessões mediúnicas do Grupo de Thule em Munique.” [Ravenscroft, pg 168].

Eckhart acreditava que seu espírito-guia tinha prometido a ele o privilégio de treinar o vindouro Grande, o Anticristo. Desde o início de sua associação, Eckhart acreditava que Hitler seria o Anticristo. Portanto, ele não poupou nenhum conhecimento ocultista, ritual ou perversão em sua tentativa de equipar plenamente Hitler para a tarefa. Quando o treinamento terminou, Hitler acreditou que tinha “nascido de novo” com aquela força e determinação superpessoal que ele precisaria para cumprir o mandato… prescrito para ele.” [Ravenscroft, pg 93-94] Hitler literalmente comparava isto com a afirmação cristã acerca do novo nascimento.

Para Adolf Hitler, a Segunda Guerra Mundial era um empreendimento espiritual e o zelo pela casa de Lúcifer o consumia! Como Satanás odeia os judeus há milhares de anos, você deve esperar que alguém que seja zeloso por Satanás também odeie os judeus. Quando os membros da Sociedade de Thule concluíram o treinamento do jovem Adolf, ele ficou tomado por um ódio de origem demoníaca pelos judeus.

Na verdade, Hitler planejou o modo em que os primeiros estágios da Segunda Guerra Mundial se desdobrariam com base em um mapa que ele tinha visto em um antigo livro que comprara em uma livraria especializada em Magia Negra em Viena; esse mapa mostrava a concentração populacional dos judeus em toda a Europa, Europa Oriental e Rússia. Hitler ordenou que a Polônia fosse invadida primeiro porque esse país tinha a maior concentração de judeus!

Além disso, a guarda de elite ‘SS’ seguia o avanço do Exército Alemão regular bem de perto, iniciando a matança em massa dos judeus alguns quilômetros atrás das linhas de frente.

Precisamos agora estudar os resultados históricos da tentativa da Sociedade de Thule de estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Após a Sociedade de Thule selecionar Adolf Hitler como seu líder da NOM, eles enfrentaram o problema da implementação prática desse objetivo. Eles perceberam que o plano deles para dominação mundial requeria o controle do poder militar da Alemanha; entretanto, os militares eram controlados por aqueles que detinham o poder político e a Alemanha era uma democracia.

Portanto, a Sociedade de Thule criou o Partido Nazista. Os espíritos-guia da Sociedade de Thule tornaram-se os espíritos-guia do Partido Nazista. Em somente dez anos tumultuosos, Hitler alcançou o posto político mais alto, a partir do qual ele se catapultou para a posição de ditador absoluto em 1933. Em 1938, Hitler iniciou a Solução Final para o problema judaico com o Holocausto. Em 1939, Hitler iniciou a Segunda Guerra Mundial, que durou até meados de 1945 na Europa. Ao ler estes resultados, lembre-se das palavras de Tiago:

“Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” [Tiago 1:15].

Por volta de 1945, o pecado ocultista concebido pela Sociedade de Thule chegou ao ponto de estar “consumado”.

Agora você sabe como foi possível que Hitler e suas tropas alemãs tenham causado a morte de 72 milhões de pessoas!

Entretanto, ainda não sabemos como Hitler conseguiu estender seu poder demoníaco para controlar todo o povo alemão. A resposta está no poder demoníaco que possuía Hitler e que fluía por meio dele. Com esse poder demoníaco, Hitler foi capaz de mesmerizar toda uma população!

Você se lembra da Chama Olímpica? Ela é um símbolo ocultista. Ela está associada com rituais antigos, incluindo sacrifícios humanos. Trevor Ravenscroft, em sua obra-prima ocultista, The Spear of Destiny, registra que Hitler conduzia seus encontros ao ar livre nos estádios como um ritual satânico. O evento final nesses rituais nazistas era marchar até uma chama ao ar livre e se inclinar diante dela. Essa chama ao ar livre era virtualmente idêntica à Chama Olímpica. Grupos de música Rock abertamente ocultistas também utilizam a imagem da chama e do fogo.

Hitler literalmente lançou um encantamento sobre a vasta maioria da população alemã! Quando Hitler falava, o poder demoníaco fluía em sua voz pelas ondas do rádio e chegava ao povo alemão. À medida que Hitler falava ao vivo nos grandes encontros abertos nos estádios, o poder demoníaco dentro dele fluía por meio de seus olhos azuis, por meio de sua voz e até de seus gestos. Hitler atuava nesses encontros nos estádios como um xamã, energizado e capacitado pelas legiões de demônios. É também possível que a maior parte dos jovens alemães que participavam desses rituais públicos satânicos ficavam possessos ou afligidos por demônios.

Entretanto, nos 60 anos anteriores à chegada de Hitler ao poder, Satanás começou a preparar os corações e mentes dos alemães para seguirem Hitler uma vez que ele apareceu no cenário. Como Satanás preparou os corações do alemão mediano? Milhões de alemães prepararam seus corações para os valores ocultistas de Adolf Hitler ao se envolverem profundamente com o satanismo inerente nas antigas lendas nórdicas e germânicas.

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Prepare-se Para um Choque
Satanás começou a condicionar os alemães para aceitarem o Holocausto, no fim dos anos 1800, quando promoveu uma explosão da popularidade das antigas lendas nórdicas entre a população. Pela primeira vez em séculos, os alemães de todos os segmentos sociais começaram a se aprofundar nessas antigas lendas heróicas. Logicamente, a religião das tribos nórdicas era o satanismo. Portanto, os alemães que estavam imergindo no estudo dessas antigas sociedades também estavam sendo sutilmente imersos no satanismo. Em pouco tempo, sem perceber, eles começaram a aderir aos valores do satanismo em suas vidas pessoais.

Um dos produtos derivados não-objetivados deste novo amor pelo herói guerreiro romântico era uma crença que somente os fortes mereciam viver. Somente os fortes é que faziam a nação ser poderosa o suficiente para derrotar os inimigos. Por outro lado, os fracos, aqueles em situação de mendicância, os doentes, os deficientes físicos e mentais eram vistos como um ralo na sociedade. Uma frase foi criada para descrever esse tipo de pessoas, uma frase que reverberará por toda a história — uma vida indigna de ser vivida. Essa atitude permeou tanto a sociedade alemã, que milhões passaram a acreditar nela. Nas as duas décadas anteriores à ascensão de Hitler ao poder, certos médicos e enfermeiros acreditavam tanto nessa mentira insidiosa que começaram a usar de forma imprópria a tecnologia médica para matar os pacientes que estavam aos seus cuidados. Quando Hitler chegou ao poder, ele simplesmente colocou os recursos do governo central atrás desse rolo compressor que já estava em movimento. Satanás estava manipulando toda a cena.

Ademais, como Satanás sempre odiou os judeus, o anti-semitismo começou a crescer. Sentimentos antijudaicos começaram a se infiltrar na população, inicialmente de forma sutil, tão fracos que ninguém notou. Entretanto, a partir da década de 1920, a aversão contra os judeus começou a se manifestar na Alemanha. A princípio, essa aversão era feita por alemães individuais contra os alemães de origem judaica. Subitamente, funcionários judeus começaram a perceber que não estavam sendo promovidos, ou que eram demitidos sem justa causa e sem qualquer razão. As universidades e faculdades começaram a adotar regras internas que mantinham os acadêmicos judeus fora da academia. As crianças judias nas escolas começaram a reclamar amargamente que estavam sendo maltratadas por seus colegas de classe, ao mesmo tempo em que muitos professores e diretores deixavam de corrigir e punir os malfeitores.

Devemos observar atentamente que muitos alemães — liderados pela poderosa retórica de Hitler, culpavam os judeus pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial.

Coletivamente, os judeus alemães podiam sentir o aperto da corda em volta de seus pescoços. Os judeus eram como a maior parte das pessoas de qualquer outra época; tudo o que queriam era viver em paz, poder crescer, constituir uma família, ter seus netos e depois morrer de morte natural em paz. Como a maior parte das pessoas, os judeus estavam relutantes em acreditar no cenário do pior caso, que toda a nação alemã subitamente se voltasse contra ele e começasse a matá-los. Mesmo quando Adolf Hitler tornou públicas essas ameaças, ao publicar seu livro “Mein Kampf” (Minha Luta), a maioria dos judeus alemães se recusou a acreditar que ele pudesse obter o poder político para implementar seus planos.

Essa aversão e perseguição aos judeus deu uma forte guinada para o pior quando Hitler assumiu o poder em 1933. Agora, os recursos do governo alemão começaram a ser derramados em todas as áreas da sociedade para preparar o ataque. Uma das primeiras armas novas contra os judeus foi a propaganda, inicialmente cartazes nas ruas, rádio e a nova indústria do cinema. Os judeus passaram a ser continuamente retratados de forma estereotipada como não-humanos, perigosos para a sociedade, gananciosos, estúpidos, etc. O maior filme de propaganda de todos os tempos foi o filme nazista “The Wandering Jew” (O Judeu Errante). Esse filme retratava os judeus como errantes por toda a Terra, infestando cada país com suas sujeiras. O filme retratava graficamente os judeus como ratazanas, um estereótipo que ficou na mente de milhões de alemães. Os historiadores objetivos concordam que o filme “O Judeu Errante” tornou o Holocausto não somente possível, mas também inevitável.

Agora, o cenário estava armado para uma perseguição pública em massa contra os judeus. Hitler estava convencido que o alemão mediano nas ruas não faria nada para impedir um ataque em larga escala. O ano era 1938; tudo o que Hitler precisava era de uma desculpa para descer o chicote nos judeus. Não se engane quanto ao fato que ele teria uma desculpa, mesmo se tivesse de inventar um ato específico de provocação. Este é um fato histórico que todos precisamos compreender muito bem. Ao longo da história, muitas vezes os governos criaram secretamente incidentes aos quais eles foram forçados a reagir. À medida que avançamos rumo à implementação da Nova Ordem Mundial, compreenda que agentes provocadores do governo podem muito bem estar por trás dos bastidores para criar erupções violentas em nosso país.

Sempre apresentamos a realidade que o jogo INWO revelou que os agentes dos Illuminati planejaram atacar o World Trade Center desde 1995! [Leia os artigos sobre esse jogo na seção Terceira Guerra Mundial].

Hitler não teve de esperar muito tempo, pois Satanás é um mestre em organizar os eventos para que ocorram nos momentos apropriados. Em 7 de novembro de 1938, em Paris, França, um rapaz judeu emocionalmente transtornado matou a tiros um oficial do corpo diplomático alemão, para protestar contra o tratamento dado aos judeus. Hitler e seus assessores tiveram o incidente pelo qual estavam esperando. Na noite de 9 de novembro, o satânico Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda, ordenou que protestos contra o assassinato começassem imediatamente. Os jornais alemães, totalmente sob o controle dos nazistas, publicaram reportagens sobre esses protestos como se fossem espontâneos, como se representassem a ruptura final do sentimento alemão represado contra os judeus. Hitler e Goebbles retrataram toda a população judaica com o mesmo pincel largo que usaram para retratar o assassino judeu que matou o diplomata alemão. Esses nazistas usaram um evento que eles sabiam que realmente não era representativo da população judaica, como desculpa para iniciar uma política da mais brutal perseguição e assassinato em massa. Toda a população judaica teve de sofrer, e muitos acabaram morrendo, por causa do assassinato de um único alemão.

O resultado foi um dos episódios mais horríveis em toda a história registrada. O reverendo Paul Schenck escreve em seu livro The Extermination of Christianity, que esse protesto espontâneo, chamado Kristallnaht — a Noite dos Cristais Quebrados — transformou a sociedade alemã para sempre, resultando na Solução Final de Hitler para o “problema” judaico nos fornos do Holocausto. Hitler galvanizou toda a população alemã em ação contra seu grande e identificado inimigo, os judeus. Se os judeus não existissem na Alemanha na quantidade e com a influência em que existiam, Hitler teria de inventar algum outro inimigo.

Como resultado de sua perseguição mortal contra os judeus, Hitler pôde assumir o controle ditatorial absoluto na Alemanha. Usando o caos que seus próprios planos criaram, ele tornou-se governante militar com plenos poderes. O Holocausto tinha sido iniciado. Porém, mais importante, o povo alemão tinha dado permissão aos demônios para virem sobre toda a nação, para desviar os jovens do bom caminho para que eles pudessem operar entusiasticamente a máquina do Holocausto, até ao ponto de matar judeus durante o dia, supervisionando a colocação de seus corpos nos fornos, e então ir para casa e estar com suas famílias à noite e agir da forma “normal” com elas.

Agora você sabe como foi possível para Satanás tomar o controle de Hitler e de um número enorme de alemães, especialmente os jovens, que serviram como seus executores durante os sete anos do Holocausto judaico.

Todos os judeus deveriam prestar atenção, pois esta é a questão perene sobre como os alemães normais e civilizados puderam se voltar contra os judeus aos milhões e assassiná-los brutalmente a cada dia!

O que diz a profecia sobre o fim dos tempos?

“Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.” [1 Timóteo 3:13].

O simples fato que Hitler pôde matar tantos judeus é prova positiva que o fim dos tempos está muito próximo. Mas, no nosso tempo, veremos o aparecimento do Anticristo. Hitler matou suas dezenas de milhões, mas o Anticristo e o Falso Profeta matarão bilhões.

Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site “The Cutting Edge”, dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

 Data de publicação: 6/5/2008
Transferido para a área pública em 27/6/2009
Revisão: http://www.TextoExato.com

Publicado por: blogdocorvo | 16 Maio, 2009

Vire um “deus” no mundo virtual

Hoje em dia todos estão acostumados a ver pequenas imagens que representam as pessoas no mundo virtual. Cada um pode escolher qual imagem sua – ou não – os outros verão ao lhe procurarem; no MSN, no Orkut, nos fóruns, jogando online ou qualquer outra atividade que envolva conectividade. Porém conseguimos facilmente descobrir o que é um avatar e qual a sua finalidade, para podermos verificar que se tratam e conhecer as sua implicações no reino espiritual.
A palavra Avatar vem do sânscrito Avatāra, que significa “Aquele que descende de Deus”, ou “Encarnação”, representando assim uma manifestação divina na Terra. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.
Poizé minha gente. E daí nós trazemos isso sobre nós mesmos da seguinte forma: Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua “impersonalização” no interior das máquinas e telas de computador (Wikipedia).

Avatar  – A Lenda de Aang
Esta palavra começou a aparecer ainda mais na mídia depois da estréia do desenho animado Avatar – A Lenda de Aang, que passou originalmente entre 2005 e 2008 mas que continua sendo reprisado devido à grande audiência que atingiu.
O desenho conta a história de um mundo que é dividido entre quatro tribos e cada uma exerce poder sobre um dos quatro elementos: ar terra fogo e água. Lá pelas tantas começa uma grande guerra entre as tribos pela dominação de todo o mundo e só quem pode salva-los é o tal Avatar; a encarnação de um espírito supremo, uma pessoa capaz de controlar todos os elementos. O arco de história conta a saga de Aang, o Avatar, em busca do poder supremo – de se tonar verdadeiramente o Avatar de sua geração. Isto posto, cabe ressaltar que o estado de poder máximo de Aang, o tal estado de Avatar, é uma situação na qual a pessoa fica como que possuída pelos espíritos de todos os avatares do passado.

Tudo dentro da cultura da Nova Era que diz que todos somos deuses. Você pode criar um pequeno deus (avatar) de si mesmo para que o represente quando você estiver interagindo com outras pessoas. Existem na internet até mesmo mundos onde esses pequenos deuses podem viver e fazer de tudo que uma pessoa de verdade faz. Fique atento, meu irmão com aquilo que você está se comprometendo; todas as sutilezas que a Nova Era tem colocado para tentar nos envolver.

Publicado por: blogdocorvo | 11 Dezembro, 2008

Maçonaria, O Braço Direito do Diabo (Parte 3)

Desmascarando essa Filial do Império das Trevas

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masons_baphomet A Maçonaria Também é uma Religião (Ocultista)

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A Maçonaria, além de ser uma sociedade secreta iniciática ocultista, também é uma religião, embora seus defensores busquem negar este fato à todo custo. Pois revelar ao público que a Maçonaria é também, de fato, uma religião, suscitaria nas pessoas a inevitável curiosidade e o desejo de saber quem é o deus adorado pelos maçons. Fato que não desejam revelar. Além disto, para a Maçonaria, confessar seu aspecto religioso intrínseco a todo o seu corpo de doutrinas e de rituais, poderia inviabilizar a entrada de muitos membros nessa sociedade iniciática, como veremos adiante. Vejamos agora o que diz Albert Pike, um dos maiores maçons de todos os tempos ( Era Grande Comandante Maçom e Soberano Pontífice da Maçonaria Universal):

“Toda Loja Maçônica é um Templo de Religião, e seus ensinamentos são instruções religiosas.”

(Albert Pike/ “Morals and Dogmas”; página 213).

“A prece é uma parte essencial de nossas cerimônias. É a aspiração da alma rumo à Absoluta e Infinita Inteligência, a qual é a Suprema Divindade, muito fragmentária e erroneamente caracterizada como um ARQUITETO. Algumas faculdades humanas são dirigidas ao DESCONHECIDO, pela meditação e prece. O desconhecido é um oceano do qual a consciência é o compasso. Assim, meditação e prece são os grandes pontos misteriosos da agulha. É um magnetismo espiritual que assim conecta a alma humana com a Divindade.” (Albert Pike/ “Morals and Dogmas”; página 6). Evidentemente, que o que entendem por “divindade” nada tem a ver com Deus.

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Este livro de Albert Pike, Morals and Dogmas, é uma das principais referências em todas as Lojas Maçônicas (Templos) em todo o mundo. Para a Maçonaria, existem princípios essenciais e que não podem ser mudados na organização, e dois dos principais autores desses princípios, os quais chamam de Landmarks (marcos) foram criados por Albert Pike e por Albert G. Mackey. Mackey é o autor da monstruosidade abaixo, a qual é um princípio fixo para as Lojas Maçônicas:

Landmark-18- “Por este LANDMARK os candidatos à Iniciação devem ser isentos de defeitos físicos ou mutilações, livres de nascimento e maiores. Uma mulher ou um escravo não pode ingressar na Ordem.” (LANDMARK 18 de Albert Gallatin Mackey)

E vejamos o contraste:

“Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado. Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos”

SENHOR JESUS CRISTO, Lucas 14:12-14

As Landmarks (princípios maçônicos) de Albert Pike são cinco, ao todo. Ei-las aqui:

  1. A necessidade dos maçons reunirem-se em Lojas;
  2. O governo de cada Loja por um Venerável Mestre e dois Vigilantes;
  3. A crença no Grande Arquiteto do Universo e numa vida futura;
  4. A cobertura dos trabalhos da Loja;
  5. A proibição da divulgação dos segredos da Maçonaria, ou seja, o sigilo maçônico.

As Landmarks (princípios maçônicos) de Albert Gallatin Mackey são vinte e cinco, ao todo, das quais citaremos apenas algumas:

1- Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e inquestionáveis de todos os LANDMARKS. Não admitem mudança de qualquer espécie, pois, sempre que isso se deu, funestas conseqüências vieram demonstrar o erro cometido.

9- Outro LANDMARK é o que afirma a necessidade de os Maçons se congregarem em Lojas. Sempre se prescreveu que os Maçons deviam congregar-se com o fim de se entregarem a tarefas operativa e que a essas reuniões fosse dado o nome de “Loja”.

11- A necessidade de estar uma Loja “a coberto” quando reunida é um importante LANDMARK, que não deve ser descurado. O cargo de Guarda do Templo que vela para que o lugar das reuniões esteja absolutamente vedado à intromissão de profanos, independe, em absoluto, de qualquer lei de Grande Loja ou de Lojas subordinadas.

15- Nenhum visitante, desconhecido dos Irmãos de uma Loja, pode ser admitido à visita, sem que, antes de tudo, seja examinado, conforme os antigos costumes. Esse exame só pode ser dispensado se o Maçom for conhecido de algum Irmão do Quadro que por ele se responsabilize.

18- Por este LANDMARK os candidatos à Iniciação devem ser isentos de defeitos físicos ou mutilações, livres de nascimento e maiores. Uma mulher ou um escravo não pode ingressar na Ordem.

19- A crença no Grande Arquiteto do Universo é um dos mais importantes LANDMARK da Ordem. A negação desta é impedimento absoluto e insuperável para Iniciação.

21 – É indispensável a existência, no Altar, de um “Livro da Lei” – o Livro que, conforme a crença, se supõem conter a Verdade Revelada pelo G\A\D\U\, Não cuidando a Maçonaria de intervir nas peculiaridades de fé religiosa de seus membros, esses livros podem variar de acordo com os credos.

25 – O último LANDMARK é o que afirma a inalterabilidade dos anteriores, nada podendo ser-lhes acrescido ou retirado, nenhuma modificação podendo ser-lhes introduzida. Assim como de nossos antecessores os recebemos, assim os devemos transmitir aos nossos sucessores. NOLONUM LEGES MUTARI.

Quem é o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) na Maçonaria?

A Maçonaria requer de seus membros que creiam na existência de um Ser Supremo e também de que há um Único Deus. A Maçonaria se refere ao seu deus como sendo o Grande Arquiteto do Universo G.A.D.U. Ela ensina que todos os homens, de todas as religiões, adoram o mesmo Deus, simplesmente utilizando uma variedade de diferentes nomes. Esta é a base que dá sustentação a que os maçons possam ser Hinduístas, Muçulmanos, Budistas, adoradores do diabo, ou homens que dizem seguir o Senhor Jesus Cristo.

A Maçonaria requer de seus membros a crença em um Ser Supremo, todavia não define quem seja esse ser.

A Bíblia, todavia, nos revela que a verdade é bem diferente disto! A Bíblia afirma que só há um Único Deus, o Deus da Bíblia:

“Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus”

Isaías 45:5

no original da Bíblia em Hebraico:

“Eu sou JEOVÁ, e não há outro; além de mim não há ELOHIM”

No Antigo Testamento, escrito em Hebraico, Deus se refere a si próprio como: DEUS O SENHOR ( ELOHIYM YHWH – Elohim Jeová ou Elohim Adonai).

YHWH (Javé, Jeová) é um nome próprio, o nome pelo qual Deus, no Antigo Testamento, diz que seria reconhecido eternamente:

“Disse Deus (Elohim) ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR (Jeová) , o Deus (Elohim) de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração.”

Êxodo 3:15

Deus afirma em Sua Palavra, que além dele próprio, YHWH, não há nenhum outro Deus, logo:

Krishna não é Deus, Zeus não é Deus, Moloque não é Deus, Odin não é Deus, Baal não é Deus, Shiva não é Deus, Ganesh não é Deus, Osíris não é Deus, Horus não é Deus, Brahman não é Deus, etc…

Mas para a Maçonaria, qualquer dos falsos deuses citados acima pode ser o tal G.A.D.U. Vejam as evidências nestas palavras de sites maçônicos:

“A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião do seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularidades do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.”(Fonte: www.lojasaopaulo43-com-br)

“Nas Cerimônias de Iniciação e outras, os Jovens DeMolays prestam o seu Juramento sobre o Livro Sagrado da Religião, onde cada um julgue existir as Verdades pregadas pelos Profetas de sua Fé. Assim, o Juramento deve ser prestado sobre o Livro Sagrado da Crença do Iniciado”. (Fonte: “Deus na Ordem DeMolay”-capituloanhanguera.vilabol.uol-com-br)

“1. A Bíblia é o único livro sagrado que deve ser colocado no altar?

pg. 11 – A Bíblia é uma parte indispensável da decoração de uma loja cristã, somente porque ela é o livro sagrado da religião cristã. O Pentateuco judaico em uma loja judia e o Alcorão em uma loja muçulmana, pertencem ao altar.” (Fonte: “La Formation Maçonnique” www-guigue-org/guigl01-1.htm)

Em suas reuniões secretas em suas Lojas (Templos) a Maçonaria adota o que chamam eles de o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso, considerados como suas Três Luzes Emblemáticas, que deverão estar sobre o Altar dos Juramentos. Esse Livro da Lei tanto pode ser o Alcorão, os Vedas Hindus, o Livro dos Mórmons, o Talmude judaico e, até a Bíblia! Essa afronta a Deus tenta colocar a Bíblia “no mesmo nível” desses outros escritos.

- Deus afirma que não há outro Deus além dEle.

- A Maçonaria afirma que qualquer deus pode ser o tal G.A.D.U.

- G.A.D.U. pode designar qualquer deus

- O Deus da Bíblia não é o Deus dos maçons, pois para aquela organização ocultista, o tal G.A.D.U pode ser tanto Krishna, Buda, Maomé, Iemanjá ou o próprio Satanás

- A Maçonaria, portanto discorda de Deus !

A Maçonaria, assim como seu pai, Satanás, fogem do Evangelho e tremem quando alguém lhes solicita que se posicione sobre quem é o Senhor Jesus Cristo. Não querem ouvir falar n’Ele, e procuram, de todas as formas, negar a Sua divindade. Negam também, veementemente, a exclusividade da Bíblia em sendo a Palavra de Deus.

Aqui publicaremos, mais uma vez, as esclarecedoras palavras de Albert Pike, que como você já leu, é um dos homens pivôs na história da Maçonaria:

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“Para vocês, Soberanos Grandes Inspetores Gerais, nós dizemos isto, que vocês podem repetir para os irmãos dos graus 32, 31 e 30: A Religião Maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos níveis, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana”; “Sim, Lúcifer é Deus…”; “E a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai; Mas Lúcifer, Deus da luz e Deus do bem, está lutando pela humanidade contra Adonai, Deus da escuridão e do mal.” (Instruções aos 23 Conselhos Supremos do Mundo, Albert Pike, Grande Comandante, Soberano Pontífice da Maçonaria Universal, 14 de Julho, 1889) .

E, vejamos como a Maçonaria se refere a Albert Pike:

“Sua posição como autor maçônico e historiador, e também como poeta, era muito destacada, e seu aplicado zelo era sem igual paralelo.” (Albert G. Mackey/ Encyclopedia of Freemasonry. Revised by Robert I. Clegg. Richmond, Virginia: Macoy Publishing, 1966, p. 774)

Tanto Albert Pike, como seu bajulador Albert Mackey, são os principais autores e criadores das chamadas Landmarks maçônicas, as regras essenciais e fundamentais dessa religião-filosofia-sociedade secreta ocultista-clube do bolinha conhecida por Maçonaria.

O poderoso componente ocultista na Maçonaria é tão sedutor a ponto de ter atraído para seu serpentário homens que ficaram famosos pelas suas relações com o Ocultismo e com o Satanismo. Eis alguns deles:

Arthur Edward Waite – Escritor ocultista e Historiador maçom.

Dr. Wynn Westcott – Membro da Sociedade Rosacruz e membro fundador da ocultista Ordem da Aurora Dourada.

S. L. MacGregor Mathers – co-fundador da Ordem da Aurora Dourada.

Aleister Crowley – Mestre Satanista e fundador da religião anticristo conhecida como Thelema. Era maçom, mágico, bruxo, espírita, cabalista, budista, além de escritor de obras de pornografia e usuário de drogas psicotrópicas, principalmente a Heroína. Não bastasse isso tudo, Crowley ainda gostava de ser chamado de A Grande Besta, em referência à Besta descrita no Livro do Apocalipse, apelido que lhe foi dado por sua própria mãe, devido ao comportamento esdrúxulo e nada adequado de Edward Crowley. Foi também o autor da seguinte frase: “Se alguém for levar a Bíblia a sério, certamente ficará maluco. Mas para levar a Bíblia a sério, a pessoa já deve ser louca” (Aleister Crowley)

Dr. Gerard Encaussé – (Papus) – Autor mestre, bruxo, advinho, professor de Tarô, e líder da sociedade ocultista Martinistes.

Dr. Theodore Reuss – Cabeça e Líder da O.T.O, uma sociedade satanista que designou Aleister Crowley dirigente da tal sociedade nas Ilhas Britânicas.

George Pickingill – “Mestre warlock” (feiticeiro) do século 19, Inglaterra.

Annie Besant – Líder da Sociedade Teosófica e membro da Sociedade Maçônica, embora digam que as mulheres não são admitidas em suas Lojas.

Alice Bailey – Fundador da Organização New Age (Nova Era) LUCIS (Lúcifer) TRUST.

Bispo C. W. Leadbetter – Teosofista, mentor do fracassado “Cristo” da Nova Era, Krishnamurti, e clérigo da Igreja Católica Liberal.

Manly P. Hall – Rosacruz, escritor e fundador da Sociedade Filosófica de Pesquisas.

Gerald B. Gardner – Fundador da moderna WICCA (Bruxaria; Feitiçaria).

Alex Sanders – Se autodenominava “Rei dos Bruxos” em Londres, e um dos mais influentes líderes da Wicca depois de Gerald B. Gardner.

Helena Petrovna Blavatski – Satanista, bruxa, cabalista e declaradamente anticristo, fundadora do Jornal Lúcifer, fundadora da Sociedade Espírita e da Sociedade Teosófica. Há grandes esforços da Maçonaria, (hoje que seus “segredos” todos estão vindo à tona, em parte devido ao poder de troca de dados pela Internet) de negar que Blavatski fosse maçom. Todavia é bem sabido que a bruxa Blavatsky possuía grande influência na Maçonaria (até hoje seu nome e seus livros são citados e indicados em sites maçons) além de possuir um Certificado de Iniciação Maçônica de 1877, conferido por John Yarker, outro maçom companheiro de Aleister Crowley. Blavatski era tão influente na Maçonaria que muitos julgavam que ela fosse um maçom do grau 33 (o nível mais elevado e também limite para outras “ascensões” na organização), a ponto de a própria Blavatsky ter de negar que seu grau era 33 em seu livro Isis Inveiled (Ísis Descoberta) Vol. II, p. 394.

Hippolyte Rivail (Allan Kardec) – Espírita, autor do blasfemo livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, e um dos principais responsáveis pela difusão e pela propagação da doutrina espírita. Era maçom membro da Gande Loja Maçônica da França.

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lgbvariantEdward Alexander Crowley (Aleister Crowley) 1875 – 1947

” Faça o que você quiser deverá ser o todo da lei ” (Aleister Crowley) Observe a imagem de Bafomet, um demônio com cabeça de bode, e a imagem do Pentagama ocultista (a estrela de cinco pontas) sobre o rosto do maçom Crowley na capa do livro.

A Maçonaria e ABADOM

Quando um Maçom chega ao grau 17 (Cavaleiro do Oriente e do Ocidente), os outros maçons lhe dão uma “palavra secreta” de acesso ao deus da maçonaria. E a tal “palavra secreta” é ABADOM. (Fonte: Scottish Rite Masonry, pp. 452-453).

Agora, vejamos, pela Bíblia, quem é Abadom:

“O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte. Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses. E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém. Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles. O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem; tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leão; tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quando correm à peleja; tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses; e tinham sobre eles, como seu rei, o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom*, e em grego, Apoliom.”

Apocalipse 9:1-11

* ABADOM, (de origem Hebraica) significando: Ruína e Destruição; anjo das profundezas do Inferno; também um dos nomes como é conhecido o diabo, Lúcifer, Satanás.

A Maçonaria mistura idolatria, paganismo, ocultismo, cultos de fertilidade e demonologia em um único caldo em que se constitui a religião maçônica. Nada dessas coisas provém de Deus. A Maçonaria é uma organização comandada e liderada pelo diabo, como já temos, exaustivamente, demonstrado.

Assim como o Senhor Deus arranca escravos de outras filiais do Inferno, como o Candomblé, a Umbanda, o Espiritismo e o Hinduísmo, também Deus há de salvar alguns deles das trevas e dos grilhões da Maçonaria, onde imperam a ganância pelo dinheiro, a idolatria à criatura humana, a imundícia da hipocrisia e a inutilidade da justiça própria. E ainda toda sorte de pecados que serão trazidos à luz no Grande Dia, quando Deus julgar a Maçonaria, assim como fez com Sodoma e com Gomorra.

“Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.”

Apocalipse 9:20-21

Fonte: http://drleadnet.com/textos4/maconaria.htm

Publicado por: blogdocorvo | 10 Dezembro, 2008

Maçonaria, O Braço Direito do Diabo (Part.2)

 

                  Desmascarando essa Filial do Império das Trevas

 

Maçonaria: Ramificações: AMORC, Lions Club, Rotary Club, De Molays, Shrines, The Daughters of the Nile (As Filhas do Nilo), Amaranth, Estrela do Oriente, Grotto, Cavaleiros Templários, Rito de York, Rito Escocês, Illuminati, P2, Skull and Bones (Caveira e Ossos), Ordem do Dragão.

Este estudo tem a função de alertar as pessoas sobre o perigo do envolvimento com a Maçonaria, suas gravíssimas implicações espirituais e também tem a função de mostrar os malefícios que esta organização satânica tem trazido ao Brasil e ao mundo.

Convém que tenhamos em mente que estamos lidando com uma organização iniciática e ocultista cujo pai e promotor é o diabo, o pai da mentira. Sendo assim, não é de admirar que seus servos se comportem como seu mestre.

A Finalidade Prática da Hierarquia Maçônica

Um dos pontos marcantes dessa organização diabólica é a hierarquia fundamentada em uma simbologia iniciática ocultista. Quando alguém ingressa na Maçonaria, essa pessoa é iniciada em um processo sistemático a que os maçons denominam rito (de ritual). Esta iniciação tem por óbvia finalidade um processo de recrutamento e a inserção do iniciado na hierarquia das lojas maçônicas. O objetivo final de tudo isso é a obediência à organização, e a armadilha sedutora é o simbolismo ocultista (mistérios maçônicos) sobre o que toda a curiosidade do iniciado é lançada. Julgando estar diante de um belo caminho que o conduzirá a grandes revelações, o iniciado se torna presa fácil desse processo de doutrinamento camuflado por todo um vasto penduricalho de símbolos ocultistas cujo valor espiritual é nenhum. Nesses rituais maçônicos há uma série sistemática de juramentos, os quais têm a finalidade de reforçar a submissão do iniciado à organização. Desta forma, o iniciado, começando por Aprendiz, é introduzido, como se fosse um soldado, em uma rígida hierarquia onde passa a servir aos interesses da organização maçônica. Veja a seguir a estrutura da organização maçônica.

 

GRAU 01 – GRAUS SIMBÓLICOS Aprendiz Maçom

GRAU 02 – GRAUS SIMBÓLICOS Companheiro Maçom

GRAU 03 – GRAUS SIMBÓLICOS Mestre Maçom

GRAU 04 – GRAUS INEFÁVEIS Mestre Secreto

GRAU 05 – GRAUS INEFÁVEIS Mestre Perfeito

GRAU 06 – GRAUS INEFÁVEIS Secretário Intimo

GRAU 07 – GRAUS INEFÁVEIS Preboste e Juiz

GRAU 08 – GRAUS INEFÁVEIS Intendente dos Edifícios

GRAU 09 – GRAUS INEFÁVEIS Cavaleiro Eleito dos Nove

GRAU 10 – GRAUS INEFÁVEIS Ilustre Eleito dos Quinze

GRAU 11 – GRAUS INEFÁVEIS Sublime Cavaleiro Eleito (Ou Grande Escocês)

GRAU 12 – GRAUS INEFÁVEIS Grande Mestre Arquiteto

GRAU 13 – GRAUS INEFÁVEIS Cavaleiro do Arco Real

GRAU 14 – GRAUS INEFÁVEIS Sublime Maçom ou Grande Eleito Perfeito

GRAU 15 – GRAUS CAPITULARES Cavaleiro da Espada ou Cavaleiro do Oriente

GRAU 16 – GRAUS CAPITULARES Príncipe de Jerusalém

GRAU 17 – GRAUS CAPITULARES Cavaleiro do Oriente e do Ocidente

GRAU 18 – GRAUS CAPITULARES Cavaleiro Rosa-Cruz

GRAU 19 – GRAUS FILOSÓFICOS Grande Pontífice ou Sublime Escocês

GRAU 20 – GRAUS FILOSÓFICOS Soberano Príncipe da Maçonaria ou Mestre Ad Vitam

GRAU 21 – GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro Prussiano ou Noaquita

GRAU 22 – GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro do Real Machado ou Príncipe do Líbano

GRAU 23 – GRAUS FILOSÓFICOS Chefe do Tabernáculo

GRAU 24 – GRAUS FILOSÓFICOS Príncipe do Tabernáculo

GRAU 25 – GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiros da Serpente de Bronze

GRAU 26 – GRAUS FILOSÓFICOS Escocês Trinitário ou Príncipe da Mercê

GRAU 27 – GRAUS FILOSÓFICOS Grande Comendador do Templo

GRAU 28 – GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto

GRAU 29 – GRAUS FILOSÓFICOS Patriarca das Cruzadas ou Grande Escocês de Santo André.

GRAU 30 – GRAUS FILOSÓFICOS Cavaleiro Kadosh ou Areópago Kadosh.

GRAU 31 – GRAUS ADMINISTRATIVOS Grande Inspetor Inquisidor Comendador

GRAU 32 – GRAUS ADMINISTRATIVOS Príncipe do Real Segredo

GRAU 33 – GRAUS ADMINISTRATIVOS Grande Inspetor da Ordem.

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Nessa história dois grupos são beneficiados: Homens ímpios, profanos e pagãos, embriagados por ambições de poder, fortemente atraídos por um status enganador que lhes dá a impressão de estar fazendo parte de uma elite, e Satanás e seus demônios, pois quanto mais fundo estiver uma pessoa envolvida no ocultismo, mais facilmente manipulada pelas trevas se torna. Essa manipulação tem por objetivo a destruição espiritual do ser humano, contra quem o diabo nutre ódio mortal. Tem também a finalidade de recrutar homens e mulheres a fim de que sirvam a Satanás em seu propósito de ser adorado através da figura da Besta, assunto já tratado em outros artigos e para o qual retornaremos quando formos demonstrar como a Maçonaria serve a propósitos mais abrangentes de Lúcifer. É evidente que o diabo não pode contar com homens que realmente amem a Deus a fim de levar a cabo seus intentos. Por isso recruta homens ímpios, egoístas, amantes de si próprios, ambiciosos, arrogantes, idólatras e pagãos através da Maçonaria. Posteriormente, a organização, fundamentada em princípios satânicos, sistematicamente os doutrina fazendo-os acreditar que são “homens de bem e de bons costumes” e uma “elite benfeitora”, como é frequentemente anunciado em suas publicações e sutis propagandas. Agora, pergunto: Baseados em que se consideram “homens de bem”? Vamos analisar algumas palavras que repetem entre si como um credo religioso:

“Quais as condições individuais indispensáveis para poder pertencer à maçonaria? Crer na existência de um princípio Criador, ser homem livre e de bons costumes, ser consciente de seus deveres para com a Pátria, seus semelhantes e consigo mesmo, ter uma profissão ou ofício lícito e honrado que lhe permita prover as suas necessidades pessoais e de sua família e a sustentação das obras da Instituição.” (De um website maçom)

- “Crer na existência de um princípio criador”. Isto não significa absolutamente nada aos olhos de Deus e não faz da pessoa um verdadeiro homem de bem. Crer em um “princípio criador”, ser ateu, ou indiferente dá no mesmo. Ouça o que diz a Bíblia:

“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem.” Tiago 2:19

O que realmente faz diferença aos olhos de Deus é isto:

“Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” Senhor Jesus Cristo, João 15:5

Embora os maçons o neguem até com veemência, a realidade é que qualquer referência ou mesmo a pronúncia do nome do Senhor Jesus Cristo é fortemente desencorajada nas lojas maçônicas, e isto pode ser compreendido se atentarmos para as palavras do Senhor:

“Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras.” João 3:20

- “Ser homem livre e de bons costumes”. Muitos não compreendem porque neste segmento do credo maçom foi colocada esta frase: “ser homem livre”. Isto significa que o maçom não pode estar comprometido com nada que possa vir a interferir com seus deveres e obrigações para com a organização. E isto inclui não estar comprometido com o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, pois, por tudo o que já dissemos e demonstramos, o compromisso com a Maçonaria é incompatível com o compromisso com o Senhor Jesus Cristo. O objetivo do cristão é servir aos interesses de Seu Senhor, os objetivos do maçom é servir aos interesses diabólicos da Maçonaria.

“Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou.” 2 Timóteo 2:3,4

Um Governo Oculto

Vamos ver um exemplo prático onde dois tipos de hierarquias e de governos estão paralelamente dispostos e como se inter-relacionam. Quando eu ainda estava da Universidade, cursando Medicina, havia um professor que era chefe de um dos departamentos acadêmicos da Faculdade. Era um homem possuidor de muitos conhecimentos em sua área e coordenava, em seu departamento acadêmico, a formação de estudantes de Medicina, Odontologia, Educação Física, Biologia e Direito. Juntamente com ele, e hierarquicamente, na Universidade, seu subordinado, também trabalhava um outro indivíduo, de menor instrução e cuja função acadêmica era muito modesta. Acontece que ambos faziam parte de uma mesma organização satânica, e na hierarquia da tal organização o professor chefe estava subordinado ao funcionário mais simples. Na prática, não prevalecia, na relação pessoal de ambos, a hierarquia da Universidade, mas prevalecia a hierarquia na qual estavam inseridos e dispostos na tal organização. Em outras palavras, o modesto funcionário é quem ditava as regras, não o professor chefe. Este exemplo é importante a fim de que possamos compreender como a Maçonaria opera como uma entidade (ou potência, como eles mesmos a chamam) independente dentro de governos, bancos e empresas, e como, na realidade, serve à sua própria causa prioritariamente, não aos interesses do próximo como, mentindo, afirmam. Observe o leitor a monstruosidade das palavras abaixo, de um escritor maçom, e como o princípio que as orienta se parece com os princípios da Teoria Ariana, segundo a qual, deve predominar o rico sobre o pobre, o saudável sobre o doente, o mais belo sobre o feio, princípios estes também orientadores do cruel sistema de castas do Hinduísmo.

Para o tal autor do artigo, ser maçom é: “ter a possibilidade de mover-se livremente na busca de suas oportunidades físicas, é ter condições de cumprir suas obrigações financeiras para com a sociedade e sua família, é ser íntegro fisicamente, é ter capacidade cerebral normal padrão ou superior para desenvolver o seu livre-pensamento13:11 4/9/2008″ (Os Templários/Portal Maçônico)

As palavras acima são gravemente comprometedoras para os maçons, se é que, de fato, desejam continuar camuflando de filantrópica e de benfeitora essa organização do diabo. A realidade é que não há lugar para os pobres e oprimidos, ou para aleijados, nessa organização das trevas. Vejamos agora o contraste:

“Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado. Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos.” Senhor Jesus Cristo, Lucas 14:12-14

É importante dizer para você que está acompanhando este estudo, que muitos maçons, principalmente os de graus menos elevados na organização, desconhecem completamente estas coisas, e julgam realmente estar aderindo e servindo a uma causa com objetivos louváveis, ao passo que outros maçons sabem, e muito bem, em que estão metidos. Ambos os grupos não possuem desculpa diante de Deus, pois a todos é pregado o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, inconciliável com tudo o que diga respeito à Maçonaria.

Agora, observe esta outra declaração maçônica:

“A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista.” (Da Publicação da Grande Loja Maçônica do Ceará).

Se isto fosse verdade, por que a Maçonaria tem se intrometido tanto na História de nossa nação, o Brasil? O que desejam na política? O que buscam? Por que tanto desejam o poder? Quais são seus reais objetivos por detrás de toda essa ladainha?

A Maçonaria na História do Brasil

“…A concepção da bandeira deve-se a Teixeira Mendes que a justificou no Diário Oficial do dia 24 de Novembro. O dístico “ORDEM E PROGRESSO’ foi tido na época como influência do positivismo e durante algum tempo, julgou-se que o positivismo estivesse ligado à influência da Proclamação da República. Hoje nós sabemos que o mote em questão é assunto maçônico relativo a grau elevadíssimo e que o primeiro ministério formado era, quase em sua totalidade, constituído de Maçons.” (Benoit Brito Mendes, mestre maçom)

Desde os primórdios de nossa história podemos detectar a presença rastejante da Maçonaria. A Independência do Brasil foi articulada pelos maçons com a finalidade de beneficiar a organização, enriquecendo-a, dando-lhe grande autoridade sobre o Brasil independente e, como sempre acontece, a Maçonaria realizou estas coisas beneficiando os ricos e os poderosos que escondia em suas câmaras escuras, com um descaso histórico para com os pobres e oprimidos. Os beneficiados foram a própria Maçonaria e seus interesses, não os interesses do Brasil. Basta que se analise a história da sociedade brasileira, desde seus primórdios, repleta de miséria, de dor e de sofrimento, porém sempre com uma elite se banqueteando em meio à miséria alheia. Isto também em razão dos horripilantemente desvantajosos negócios que o Brasil independente realizou com nações e bancos europeus, mantendo no poder uma elite muito bem alimentada, rica e gorda, às custas da enorme miséria do povo brasileiro (situação que, por incrível que pareça, persiste até hoje!).

Não é sem razão que o “Patriarca (pai) da Independência” tenha sido um maçom, cujo nome é sempre citado nos livros de História do Brasil: José Bonifácio de Andrada e Silva. Este indivíduo, nascido em Santos, São Paulo, em 1763, se tornou um dos mais poderosos homens do Brasil Império. Hábil político maçom, tinha grande influência sobre Dom Pedro I (também maçom) e conseguiu obter para si (e para a Maçonaria) o primeiro ministério brasileiro, o Ministério do Reino e dos Negócios Estrangeiros. O primeiro ministério brasileiro estava sendo entregue nas mãos da Maçonaria. Foi ele também quem se tornou o tutor do Príncipe herdeiro, Dom Pedro II. Em 1833 foi destituído da tutoria de Dom Pedro II, devido a um processo-crime instaurado contra ele por conspiração.¹

A Maçonaria na Política Brasileira Atual

Já vimos, brevemente, como essa organização satânica se intrometeu na história do Brasil, e as citações abaixo demonstram que essa intromissão persiste até hoje.

Representação Maçônica no Congresso Nacional

“Atualmente, o Congresso Nacional possui 51 Deputados Federais e 7 Senadores pertencentes à Maçonaria.

No mês de abril próximo, estaremos convocando a Suprema Congregação, juntamente com as Grandes Lojas do Brasil, para uma reunião conjunta entre Deputados Federais, Senadores e Grão-Mestres Estaduais, a fim de traçarmos um programa de trabalho, visando a participação da Maçonaria na solução de problemas nacionais, tais como: a Violência, a Educação, a Saúde e a Soberania Nacional, em especial a defesa da Amazônia. ( Laelso Rodrigues/Grão-Mestre Geral/2001)

O Dia do Maçom Comemorado no Seio da Política Brasileira. (Por que e para que?! Quem se beneficia com isso?!)

Na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro:

“O deputado Paulo Ramos (PDT) realizou hoje (22/08), no plenário da Assembléia Legislativa, homenagem em comemoração ao Dia do Maçom. O parlamentar fez a entrega da Medalha Tiradentes às três potências maçônicas Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro, Grande Loja do Estado do Rio de Janeiro e ao Grande Oriente Independente do Estado do Rio de Janeiro, além de moções de louvor a 39 membros dessas obediências.” (Fonte: ALERJ-Notícias [fotografia da parte superior da página])

“13/08/2004 – DIA DO MAÇOM É COMEMORADO NA ALERJ”

“Às 19h05min, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho, o Deputado Paulo Ramos promove Sessão Solene em homenagem ao Dia do Maçom, instituído no Calendário Oficial pela resolução nº. 224/03.” (Fonte: Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro [A referida página sumiu do ar]).

- Sessão Solene na ALERJ – Comemoração do Dia do maçom – (Fonte: Grande Oriente do Brasil)

- Dia do Maçom comemorado na ALERJ (em vídeo )

Na Câmara Municipal de São Caetano do Sul/São Paulo:

“Câmara Municipal de São Caetano do Sul realizou, no último dia 20, sessão solene em homenagem ao transcurso do Dia do Maçom, instituído por lei municipal. Autoridades civis e militares lotaram o plenário da Casa.” (Fonte: Câmara Municipal de São Caetano do Sul)

Na Câmara Legislativa do Distrito Federal:

“Câmara Legislativa do Distrito Federal. Agenda: Dia 22 de agosto de 2005. Sessão solene alusiva ao dia do maçom-Proposta pelo Deputado Gim Argello. Plenário/16:00 horas. Requerimento n°:962/04″ (Fonte: Câmara Legislativa/DF [fotografia da página])

“Comunidade Maçom apóia criação do Maranhão do Sul”

“Os grupos que mais atuam em favor da criação do Maranhão do Sul são a maçonaria – que inclusive instalou um comitê de divisão territorial em todos os municípios, e os políticos – e o próprio pessoal do Sarney. O governador do estado Jackson Lago, foi eleito com essa bandeira” (Fonte: Fundação do Desenvolvimento da Pesquisa)

“O presidente do Instituto Teotônio Vilela, deputado Sebastião Madeira (MA), recebeu apoio da comunidade maçom no Brasil ao seu projeto de criação do estado do Maranhão do Sul, a ser definido por meio de plebiscito. “Agradeço ao sereníssimo Grão-Mestre Pedro Gagliardi e ao grande secretário Isildino, que ajudaram a organizar no último dia 2 evento na Grande Loja Maçônica de São Paulo”, declarou o parlamentar. Na ocasião, Madeira explicou os benefícios da redivisão territorial. “Explicamos didaticamente as razões culturais, econômicas e geográficas da criação do novo estado”, destacou

o parlamentar.” (Fonte: Diário Tucano/www.psdb.org.br. [A referida página sumiu do ar]).

“A redivisão territorial se tornou é uma questão de soberania” assinala o presidente do comitê, Fernando Antunes que entende que essa poderá ser uma das grandes causas brasileiras nesse início do século. Antunes ressalta que essa luta tem o apoio e o engajamento da Maçonaria que já incluiu essa discussão em diversos encontros realizados pelo Brasil” (Fonte: Correio dos Municípios)

Maçons Conhecidos na História do Brasil

Ademar de Barros (Governador de Estado)

Afonso Celso (Visconde de Ouro Preto)

Américo Brazílio de Campos (fundador do jornal “O Correio Popular”)

Azeredo Coutinho (bispo católico e precursor da Independência)

Benjamin Constant (o “pai da República”; atrubui-se a ele a adoção da divisa da bandeira brasileira “Ordem e Progresso”)

Campos Sales (Presidente da República*)

Delfim Moreira (Presidente da República*)

Deodoro da Fonseca (Presidente do República*)

Divaldo Suruagy (Governador de Estado)

D.Pedro I (Imperador do Brasil*)

Duque de Caxias (militar, Patrono do Exército Brasileiro)

Espiridião Amim (Governador de Estado)

Floriano Peixoto (Presidente da República*)

Frei Caneca

General Osório (militar)

Golbery do Couto e Silva (militar e Ministro de Estado)

Gonçalves Ledo

Hermes da Fonseca (Presidente da República*)

Jânio Quadros (Presidente da República*)

Joaquim Marcelino de Brito (Governador de Sergipe e Pernambuco, Ministro do Supremo Tribunal de Justiça e Grão Mestre da loja maçônica o Grande Oriente do Brasil)

José Bonifácio de Andrada e Silva (o Patriarca da Independência)

José Maria Lisboa (fundador do jornal “Diário Popular”)

Júlio Prestes (Presidente da República*)

Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias)

Manoel de Nóbrega (produtor de televisão)

Mário Covas (Governador de Estado)

Nelson Carneiro (o Senador da Lei do Divórcio)

Nereu Ramos (Presidente da República*)

Newton Cardoso (Governador de Estado)

Nilo Peçanha (Presidente da República*)

Orestes Quércia (Governador de Estado)

Prudente de Morais (Presidente da República*)

Rodrigues Alves

Rui Barbosa (jurista e político)

Saldanha Marinho (líder republicano)

Senador Vergueiro (político)

Silva Coutinho (político e bispo católico do Rio de Janeiro)

Visconde do Rio Branco (estadista e Grão Mestre da loja maçônica O Grande Oriente do Brasil))

Wenceslau Braz (Presidente da República*)

Washington Luiz (Presidente da República*)

Se a Maçonaria agisse ferindo as leis e a Constituição Brasileira, então seus intentos estariam prejudicados e os propósitos de Satanás para essa organização ficariam por demais à mostra, afugentando adeptos horrorizados por saber que estão, de fato, servindo a uma elite oculta e fazendo a vontade do diabo. Por isso, assim como seu pai, Satanás, ela é hábil na arte da camuflagem, atraindo homens incautos para o seu seio assim como as plantas carnívoras atraem os insetos. O fim espiritual é a morte eterna, a saber, o Inferno.

Se um empresário deseja adorar e cultuar o diabo nos domínios de sua própria empresa, este é um direito que ele tem. Porém, ao falarmos de servidores públicos, a história é outra. O mínimo a que tem direito a sociedade é o de ser esclarecida à respeito de quem realmente são os homens que ingressam no serviço público brasileiro (pagos pelo nosso dinheiro). Seria interessante que soubéssemos quem são os integrantes do “Clube do Bolinha” do diabo (a Maçonaria), antes que elegêssemos essas criaturas para cargos políticos em nossa nação. Este site não tem nada a ver com política, e não é de política que estamos falando, mas de pessoas orientadas por princípios diabólicos que estão entrando no comando da nação onde se encontram as nossas casas. Quando homens de Deus se candidatam a cargos públicos, muitos são os que se manifestam contra afirmando que se recusam a votar em pastores, bispos e diáconos. Também não teríamos nós o direito de recusar votar em pessoas que estão envolvidas com uma organização ocultista e satânica como a Maçonaria? Não vivemos em um país com liberdade de culto e de expressão? Temos o direito legal de saber e de nos manifestar! E isto para o nosso próprio bem e para o bem de nossos semelhantes, por isso estou disponibilizando este estudo. Meu compromisso é com o SENHOR JESUS CRISTO, não quero nada que tenha a pata do diabo no meio (Maçonaria).

Maçonaria Disputa Espaço Político com Evangélicos

Veja este interessante artigo, publicado pelo jornal virtual da Universidade Santa Cecília, São Paulo, intitulado “Maçonaria Disputa Espaço Político com Evangélicos”, onde podemos ver a sutil antipatia da Maçonaria pelos Cristãos Evangélicos e como as trevas não suportam a Luz. O artigo está em PDF, clique aqui.

Os Símbolos da Maçonaria nas entradas das cidades brasileiras

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Todas as vezes que ao entrar em uma cidade brasileira, você se deparar com qualquer destes dois símbolos abaixo, saiba que tal cidade se encontra sob o domínio da maçonaria. E ore a Deus pedindo-lhe proteção, misericórdia e graça.

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“A Maçonaria é o ancestral comum da maioria das associações americanas voluntárias. Mostrando a progressão das organizações maçônicas até os dias de hoje, permite que os visitantes vejam esta linha de progressão e movam para frente e para trás no tempo.

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Logo, se os visitantes puderem compreender a rede maçônica dos anos 1800, eles poderão entender porque associações de negócios e associações de profissionais se desenvolveram na década de 1870, as quais, por sua vez, se desenvolveram em clubes como o Rotary International no século vinte. Por outro lado, visitantes que estiverem familiarizados com o Rotary de hoje poderão ver como homens de negócios locais começaram a organizar clubes na década de 1870, e como a Maçonaria vem promovendo estas oportunidades desde o século dezoito.” (Mark Tabber, Curador das Coleções Maçônicas do Museu Maçom National Heritage de Massachusetts, EUA, quando da exposição “To Build and Sustain: Freemasons in American Community 2002″ [Construir e Sustentar: Os Maçons na Comunidade Americana-2002])

“Alguns Clubes Rotary recrutavam exclusivamente a partir da Maçonaria, até que esta prática foi abolida em 1920.” (C.R. Hewitt* in Towards My Neighbour/London, Longmans, Green & Co. 1950)

*Cecil Rolph Hewitt (1901-1994), inspetor chefe da polícia inglesa, jornalista, editor e autor. Colaborador da Encyclopedia Britannicae, da Chambers Encyclopedia e do suplemento literário do The Times.

A Lenda do Fênix e os Objetivos de Satanás para a Maçonaria

Se a Maçonaria fosse, apenas e tão somente, uma entidade filosófica e filantrópica, como nos desejam fazer acreditar, qual poderia ser o significado deste símbolo utilizado pela Loja Maçônica Fênix de Brasília, e por que ali está escrito: PODER?

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Além de ser um símbolo bastante comprometedor para a Maçonaria (isto sem falar no vocábulo “poder”, ali muito bem estampado), veja que a organização, em seu site, cita nada menos do que Helena Petrovna Blavatsky, uma bruxa satanista e assumidamente anticristo, a fim de explicar o significado do Fênix!

Vejamos o que ali publicaram:

“No Glossário Teosófico (Editora Ground) Helena Petrovna Blavatsky descreve a Fênix como uma “ave fabulosa, do tamanho de uma águia, que, depois de uma longa vida, consumia-se a si própria através do fogo e renascia de suas próprias cinzas. É o símbolo da ressurreição na Eternidade, na qual a Noite segue-se ao Dia e o Dia à Noite; alusão aos ciclos periódicos da ressurreição cósmica e reencarnação humana. A Fênix vive mil anos, em cujo término, acendendo um fogo flamejante, consome-se a si própria. Após renascer de suas próprias cinzas, vive outros mil anos, e assim até sete vezes sete.” (Loja Fênix de Brasília)

A lenda da tal ave Fênix é frequentemente citada em sites maçons, iniciáticos, ocultistas e satanistas, e alude à ascensão de Satanás ao domínio do mundo através da Besta. Para os ocultistas significa uma nova era quando a humanidade se unirá ao cosmos e cada um será um deus dentro deste contexto absurdo e completamente antibíblico. Para a elite das sociedades secretas do mundo será a hora de um novo domínio político e econômico sem precedentes, liderados e guiados por um líder mundial.

Em outras palavras, a Maçonaria trabalha, em todo mundo, por uma causa, a causa de seu fundador, o diabo: O Estabelecimento do Império da Besta, ideologicamente chamado de A Nova Ordem Mundial

Expulso do céu, condenado ao tormento sem fim, Lúcifer não demonstra sinais de arrependimento, e nem mesmo poderia, visto estar, eternamente, alienado de toda e qualquer bondade, misericórdia, amor e justiça. O que o move e impulsiona é o ódio contra Deus e contra os seres humanos. E como já dito anteriormente, possui um pensamento obsessivo e obstinado desejando ser cultuado e adorado. Seus princípios de governo são todos injustos, cruéis e ditatoriais, o que pode ser visto analisando-se a história da humanidade com suas incontáveis civilizações pagãs, idólatras e promotoras de injustiças.

Há criminosos que, mesmo cercados por policiais armados, sem nenhuma chance de escapar, morrem disparando contra os outros, cheios de ódio, de cólera e de rancor.

“Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus. Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida. Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.” Apocalipse 12:10-12

Em um último movimento em sua rebelião contra Deus, antes de ser lançado na Geena eterna, Satanás estabelecerá o império pagão e anticristo da Besta, será adorado no mundo inteiro e arvorará seu último troféu de guerra: Uma multidão de seres humanos marcados nas frontes com uma marca que significará a rendição dessas pessoas aos domínios do Príncipe das Trevas. Essa multidão de perdidos significará para ele seu último grito de ódio e de protesto contra Deus. É algo assustadoramente triste, pois esses seres humanos serão lançados no mesmo lugar que está preparado para o diabo e seus anjos: O Lago do Fogo.

“Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça.” Apocalipse 13:1-9

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13:16-18

“Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Apocalipse 14:9-12

Assim como no exemplo do criminoso que morre disparando contra os policiais, também Satanás não se renderá quando chegar a sua hora. Antes, reunirá os exércitos da Besta, enganando-os e incitando-os contra Deus, e este será o último momento da rebelião contra o Criador, e isto acontecerá na batalha que a Bíblia chama de ARMAGEDOM.

“Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol. Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.) Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.” Apocalipse 16:12-16

“Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 20:7-10

Conclusão:

 

A Bíblia e a Maçonaria são opostas entre si e eternamente inconciliáveis !

A Maçonaria é uma organização iniciática, ocultista e completamente satânica !

A Maçonaria se infiltrou na política brasileira, e continua infiltrada, e nenhuma nação da Terra pode ser beneficiada por uma organização filha do Inferno ! Muito pelo contrário !

O deus da Maçonaria não é o DEUS da Bíblia ! O deus da Maçonaria é o diabo !

Impossível ser Cristão e Maçom ao mesmo tempo! Mais cedo ou mais tarde, a escolha terá de ser feita, e significará o Céu ou o Inferno, respectivamente.

http://drleadnet.com/textos4/maconaria.htm

AS SOCIEDADES SECRETAS

 
As coisas profundas de Satanás.

 

Por trás da Nova Ordem Mundial existe uma teia, uma rede de sociedades e organizações secretas de caráter ocultista que vem trabalhando incessante e incansavelmente pela concretização dos antigos ideais do anjo caído: dominar o mundo.

Desde os primórdios da história deste planeta, Satanás tem tentado executar este propósito maligno, levantando homens ambiciosos e impiedosos. Primeiro foi Ninrode que tentou dominar o mundo e acabou trazendo confusão sobre a Terra, com sua torre de Babel. Depois vieram os faraós do Egito, Nabucodonosor, Alexandre, os Césares, os Papas, Carlos Magno, Napoleão e, finalmente, Adolf Hitler. São homens que tentaram dominar o mundo; homens que buscaram a glória de exercer todo o poder sobre os seus semelhantes. Todos esses homens foram anticristos em seu tempo; marionetes ou fantoches do anjo rebelde que não desistiu de tentar levar a diante o seu plano maligno.
Para conseguir seu objetivo de estabelecer o governo mundial único, satanás utiliza todos os meios ao seu alcance. As sociedades secretas esotéricas são os celeiros do movimento da Nova Era que pretende instalar uma Nova Ordem Mundial. Essas sociedades secretas são conhecidas por nomes: Maçonaria, Iluminados, Rosacruz, Caveira e Ossos, Antroposofia, Logosofia, Teosofia, Eubiose, etc. abaixo dessas sociedades secretas existe uma trama ainda maior de organizações subalternas não secretas, de caráter filantrópico, humanitário, caritativo e social, criadas para dar enfoque beneficente ao movimento.
Algumas dessas organizações são mundialmente conhecidas e atuam em diversas áreas como a ONU – Organização das Nações Unidas (e suas subsidiárias); o Clube de Roma; a Fundação Rockefeller; o Greenpeace; o Rotary Club, dentre tantas outras. Porém, iremos analisar agora apenas as mais destacadas entidades secretas e suas ramificações.

MAÇONARIA

O lado escuro da luz.
Também chamada Franco-maçonaria, essa sociedade secreta está presente em todos os países ocidentais e em alguns países do Oriente. A Maçonaria não se considera um religião, embora os maçons creiam num Ser Supremo, venerado como o “Grande Arquiteto do Universo”, ou simplesmente G.A.D.U..
A Maçonaria teve origem nas associações profissionais dos pedreiros-livres da Inglaterra, na Idade Média. Esses pedreiros-livres(Free-Masons) eram arquitetos e construtores de igrejas, suntuosos palácios e prédios civis, que se uniram para preservar seu especializado ofício e defender sua classe profissional. A princípio, somente os artífices desse ofício eram aceitos como membros da Franco-maçonaria. Mais tarde, cerca dos séculos XVI e XVII, foram aceitos antiquários e nobres como membros da organização, que enveredou pelos caminhos do ocultismo. Os cultos maçônicos visam atingir “a corporação mundial da luz” para o exercício da “arte imperial”, ou seja, do apurado “trabalho de pedreiro” realizado no próprio Eu, e da edificação do “templo da humanidade”.
A Maçonaria tem se destacado pelas suas atividades caritativas e sociais, e também por sua participação ativa nos movimentos libertários dos últimos séculos, como a independência dos Estados Unidos da América; a Revolução Francesa, cujo lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” é claramente extraído do lema maçônico; e na Inconfidência Mineira, que adotou a triângulo maçônico como símbolo que até hoje consta na bandeira do Estado de Minas Gerais.
Grandes vultos da história e da política mundial foram maçons notáveis como Voltaire, Mozart, Göethe, Mark Twain, Benjamim Franklin, e George Washington dentre outros. No Brasil, grandes nomes da nossa história pertenciam à Maçonaria como Frei Caneca, Tiradentes, Aleijadinho, Castro Alves, Dom Pedro I, José Bonifácio, Padre Diogo Feijó, José Garibaldi, Duque de Caxias, Bento Gonçalves, Marechal Deodoro da Fonseca, Marechal Floriano, Rui Barbosa, Campos Sales, o Senador Vergueiro e atualmente temos como maior exemplo o presidente Fernando Henrique Cardoso ou simplesmente F.H.C. e muitos outros.
De todos os movimentos libertários, foi na Revolução Francesa que a maçonaria teve uma participação mais forte, e que resultou no massacre de milhares de pessoas e na anulação do conceito de religião, quando a França “aboliu” a existência de Deus e entronizou em seu lugar uma prostituta como a deusa “Razão”; passando à perseguição dos religiosos e à destruição de todos exemplares das Escrituras Sagradas, o que resultou em caos e trevas morais. Após três anos e meio, a situação política e social da França chegou a um estágio de degradação tal que os franceses se viram obrigados a permitir novamente as práticas religiosas abolidas.

Na história contemporânea recente, grandes personalidades do mundo, políticos de expressão internacional e presidentes dos EUA foram e são membros da Maçonaria. Franklin Roosevelt, Harry Truman, Lyndon Johnson, Gerald Ford, Ronald Reagan e Geoge Bush são apenas alguns exemplos de maçons que chagaram ao topo da pirâmide.

Dentro dos rituais maçônicos predominam os símbolos ocultistas e as coisas profundas de Satanás ( Apocalipse 2:24). A numerologia está intimamente ligada à geometria que, por força da profissão dos antigos franco-maçons ( pedreiros-livres) era utilizada na construção de catedrais, palácios e outros prédios. Na base dessa numerologia esotérica estão os números 3 e 5 como pontos de partida para a construção de figuras geométricas como o triângulo e o pentágono.

O triângulo é a figura geométrica que dá origem à pirâmide e ambos são parte da simbologia maçônica. O triângulo é símbolo da luz. Como o vértice para cima representa o fogo e a virilidade. Com o vértice para baixo representa a água e o sexo feminino. O triângulo eqüilátero é usado como símbolo da divindade maçônica e representa os três atributos divinos: força, beleza e sabedoria, e também os três reinos: mineral, vegetal e animal. O triângulo com um olho no centro representa a onipotência, a onisciência e a onipresença divina; também conhecido como o olho que tudo vê de Satanás. (Veja na Ilustração).

Muitas vezes podemos encontrar este símbolo nos vidros dos carros e em vitrinas das lojas de membros da Maçonaria:
 
  

 

 

 

 

A pirâmide é o sólido derivado do triângulo e simboliza o homem em busca da divindade e das energias cósmicas que seriam captadas pelo ápice e irradiadas até a base. A pirâmide é o símbolo da hierarquia espiritual da Nova Era, e é no seu ápice que se encontra o olho do deus da Maçonaria: Lúcifer, o originador desse movimento sinistro.

 

POR QUE PODEMOS ACREDITAR QUE OS EUA TEM A MAIOR INFLUÊNCIA DESSE MOVIMENTO?

Agora observe a reprodução da nota de um dólar

Nela está impresso o Grande Selo dos Estados Unidos que contém o desenho dessa pirâmide ocultista da Maçonaria. Veja melhor esse detalhe ampliado:

Acima do olho de Lúcifer está escrito em latim: ANNUIT COEPTIS, que significa: “Ele tem favorecido nossos empreendimentos”. Aqui há dois pontos a considerar. “Ele” é um pronome pessoal indefinido, muito vago; podendo ser qualquer pessoa. Como ao lado do Grande Selo existe escrita a frase: IN GOD WE TRUST ( Em Deus Nós Confiamos) podemos ser levados a crer que “Ele” é Deus. Mas como logo abaixo entre ANNUIT COEPTIS está o triângulo com o olho de Lúcifer ( mais um dos símbolos Maçônicos), e também sabemos que o deus da Maçonaria não e o mesmo Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Não nos deixa dúvidas de que o sentido literal é: “Ele (Lúcifer) tem favorecido nossos empreendimentos”. O segundo ponto a considerar aqui é que a grande maioria dos maçons crê que está associado a uma organização que lhe permitirá obter sucesso e vantagens financeiras em seus negócios e empreendimentos, e, para isso, não medem esforços, submetendo-se a todo tipo de ritual que o credo maçônico recomenda para alcançar os objetivos desejados. Daí o sentido literal: “Lúcifer abençoa os nossos negócios”.
Analisemos, agora, a outra frase escrita em latim abaixo da pirâmide maçônica. Ela diz: NOVUS ORDO SECLORUM, que significa NOVA ORDEM MUNDIAL.
O que faz um símbolo maçônico no dinheiro da maior nação democrática do mundo?
Conforme afirmamos antes, nada menos do que treze ex-presidentes americanos eram destacados membros da Maçonaria. E foi um deles, Franklin Roosevelt, que, em 1933, mandou colocar o Grande Selo Maçônico nas notas de dólar.
Porém, há ainda outros vestígios da presença da Maçonaria nesta mesma nota de um dólar. A outra fase do Grande Selo do Estados Unidos à direita traz o desenho de uma águia segurando um ramo de oliveira numa das garras e um feixe de flechas na outra garra. A águia é um símbolo da Maçonaria que representa audácia, inteligência, perspicácia, conquista e vitória. O ramo de oliveira simboliza paz e o feixe de flechas representa a guerra. Estes dois símbolos nos fazem lembrar da besta que se parece com um cordeiro (paz) mas fala como dragão (guerra), uma nítida referência profética aos EUA em Apocalipse 13:11.

 
  

 

 

 

Acima da cabeça da águia há ainda treze estrelas de cinco pontas ou pentagramas que são também símbolos maçônicos de Lúcifer. Contudo, se virarmos esta nota de um dólar, veremos do outro lado, ao centro, a figura do herói da independência americana e o primeiro presidente dos EUA, George Washington, um mestre-maçon do 33° grau. Além, disso, à direita há um brasão do Departamento do Tesouro logo abaixo do nome da capital americana, Washington, D.C., impresso na cor verde-claro sob a palavra ONE.

 

Esse brasão traz outros símbolos da Maçonaria: a balança que representa a justiça ( lembre-se de que este símbolo maçônico está presente nos tribunais e cortes de justiça de quase todo o mundo); um esquadro, que simboliza eqüidade e retidão; e uma chave, que representa os segredos da Maçonaria. (Veja na ilustração).

Reformas feita na Casa Branca, a sede do governo do EUA, revelaram que os tijolos originais da época da construção estão igualmente marcados com símbolos da Maçonaria.
E mais: a capital dos Estado Unidos tem como um de seus pontos turísticos o obelisco do Memorial de George Washington. Obeliscos são comuns em grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e outras em todo o mundo. Mais do que uma escultura ou marco, o obelisco é um antigo símbolo fálico adotado pela Maçonaria com intuito de afrontar ao Deus verdadeiro.
Tudo na Maçonaria está impregnado do simbolismo derivado as antigas religiões egípcias, babilônica, hindu e greco-romana dentre outras. Quase todo ensino maçônico é apresentado através dessa simbologia. Símbolos sempre tem um significado, caso contrário não seriam utilizados. O Senhor Deus chama a esses símbolos de abominações em Ezequiel 8:1-18, onde há o relato de idolatria dentro do templo de Deus em que os anciãos de Jerusalém desenhavam símbolos de répteis e outros animais abomináveis que causou “ciúme” e irritação ao Senhor Deus.
O outro ponto predominante na Maçonaria é o número cinco, que dá origem à figura geométrica de cinco lados denominada pentágono, dentro do qual tem origem o pentagrama, a estrela de cinco pontas que é um dos símbolos maçônicos. Dentro do pentágono invertido ( de cabeça para baixo) escreve-se o pentagrama igualmente invertido que se assemelha à cabeça de um bode. Todos estes símbolos são representações de Lúcifer, a Estrela da Alva que caiu do Céu. (Isaías 14:12-14).
O prédio do Ministério da Defesa e do Comando das Força Armadas dos Estados Unidos da América, em Washington, tem a forma exata de um pentágono e, por isso, ficou conhecido pelo nome desse polígono. O edifício do comando militar da maior nação democrática do mundo os EUA tem o formato de um símbolo da Maçonaria. Será isso coincidência?

Dentro dos rituais secretos dessa sociedade ocultista há ainda senhas e sinais que só os iniciados têm conhecimento. São frases, sinais e posturas que, para uma pessoa de fora, nada representam, mas que um maçom identifica prontamente. Um desses sinais ou senhas da Maçonaria é expresso com a mão aberta, espalmada para frente com os cinco dedos estendidos.
A Maçonaria tem ainda uma versão “light” própria para iludir os cristão incautos, como eles mesmos, os maçons, definem suas intenções: “Propagar o Evangelho cristão por meio da simbologia maçônica, ou inversamente, as verdades maçônicas revestidas das alegorias evangélicas” .
As Escrituras Sagradas, porém, nos advertem que o próprio Satanás se transforma em anjo de luz (2 Coríntios 11:14), para enganar, se possível, os próprios eleitos[de Deus]. (Marcos 13:22). É por isso que a Maçonaria está bastante infiltrada nas igrejas evangélicas. Porém, foi na Igreja Mórmon que a Maçonaria deixou suas marcas mais acentuadas, pois Hyrum e Joseph Smith, os fundadores do Mormonismo, eram maçons e introduziram os rituais maçônicos na Igreja Mórmon, com algumas alterações.
Em sua busca pela luz do conhecimento, a Maçonaria revela através dos seus frutos o lado escuro da luz.
A fé cristã e a Maçonaria são mutuamente exclusivas e portanto absolutamente incompatíveis.
“Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz… E não sejais cúmplices das obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.” (Efésios 5:8,11)

OS ILUMINADOS

 

como Grande Fraternidade Branca, composta de mestres maçons de 33° grau (o grau máximo da Maçonaria).

Os Iluminados estão freqüentemente associados aos movimentos conspiratórios revolucionários e com a idéia de um grande poder que busca dominar o mundo.
Weishaupt era iniciado no Islamismo e usuário da droga Haxixe (palavra que deu origem ao termo assassino em português, porque os fumantes de haxixe ficavam em transe e cometiam crimes de morte sob o efeito da droga). Weishaupt pretendia promover um caos controlado, necessário as mudanças que queria realizar. 0 Reino do Terror que sobreveio a França após a Revolução Francesa de 1789 foi resultado das idéias e ações de Weishaupt. A Revolução FrancesLuz feita de trevas.

Essa organização secreta ocultista foi fundada em 1776, na Baviera, Alemanha, por Adam Weishaupt. Seu nome original era Antigos e Iluminados Videntes da Baviera, mas ficou conhecida apenas como os ILUMINATI que significa Os Iluminados.

Weishaupt introduziu a sua sociedades dos Iluminados na Maçonaria, formando uma elite de super-maçons também conhecida a foi um balão de ensaio, uma experiência do caos induzido e controlado, promovida pelos Iluminados, cuja sede de poder não tem limite (por enquanto).

Os Iluminados são provavelmente a mais poderosa organização secreta da Terra na promoção da Nova Ordem Mundial. Seu poder se evidencia na moeda da maior nação democrática do mundo. Voltemos a ilustração da nota de um dólar, criada pelo presidente Franklin Delano Roosevelt, em 1933. Na base da pirâmide luciferina aparece uma data em algarismos romanos: MDCCLXXVI, ou seja, 1776. Isto poderia nos levar a crer que esta data seja uma referencia a data da independência dos EUA: 4 de julho de 1776, quando, na realidade, a data assinala o ano da fundação da Ordem dos Iluminados: 1776.

A senha maçônica da mão aberta era característica dos ILUMINATI e foi também adotada por Giuseppi Mazzini, um franco-maçom da Itália que fundou uma organização secreta terrorista que ficou famosa em todo mundo pelos seus métodos violentos: a Máfia. 0 próprio nome da Máfia e na realidade um acrostico da frase: Mazzini Autorizza Furti, Incendi, Avvelenamenti, que significa Mazzini autoriza roubos, incêndios e envenenamentos. Um dos símbolos da Máfia e uma mão negra espalmada deixada impressa na parede nos locais dos atentados.

Quando um maçom esta em perigo, basta que levante a mão espalmada e será prontamente socorrido, caso haja nas proximidades outro membro da fraternidade. Nas eleições de 1994, o símbolo da campanha do candidato eleito para a Presidência do Brasil era exatamente uma mão espalmada. Como dissemos antes, grande parte dos senadores, deputados, governadores e políticos em geral são altos membros da Maçonaria . A trama dessa teia é muito maior do que se possa imaginar. A conspiração silenciosa prossegue no seu caminho em direção ao fim de todas as coisas. Enquanto isso, engana e ilude -os incautos com sua falsa luz. A mesma falsa luz das cruzes incendiadas dos fanáticos da Ku Klux Klan, a sociedade secreta fundada no Sul dos EUA após a Guerra Civil (1867) pelo líder da Maçonaria, o Iluminado Albert Pike, com o objetivo de impedir que a abolição da escravatura resultasse em liberdade para os negros. A KKK ficou conhecida pela violência que pregava e praticava contra os negros ate meados da década de 1960, assassinando e queimando suas vitimas em escaladas noturnas de terror e extrema barbárie. Ainda hoje a Ku Klux Klan da sinais de vida, semeando o terror em atos declaradamente racistas.

Para os Iluminados, Lúcifer é deus e Jesus é o imitador. 0 termo ILUMINATI representa a denominação dos adoradores do diabo – e isto eles não revelam – que engloba a Maçonaria, a Rosacruz, os Templários e muitas outras sociedades secretas.

CAVEIRA E OSSOS

Os poderes das trevas.

Criada no século XIX, dentro da Universidade de Yale, a Caveira e Ossos e uma sociedade ocultista altamente secreta formada por uma elite de Iluminados que tem como filosofia a formação de um governo mundial único e absoluto também conhecido como Nova Ordem Mundial.

Seu nome e símbolo são demonstrativos da fonte originadora de seus propósitos: o crânio humano sobre dois ossos cruzados foi usado pelos piratas como símbolo da morte e hoje e visto nos frascos que contem veneno mortal, o mesmo veneno da antiga serpente que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo. (Apocalipse 12:9)

Um dos líderes dessa sociedade secreta, que possui poucos e seletos membros, é David Rockefeller, um dos banqueiros mais ricos e poderosos do mundo. Em entrevista concedida ao jornal Washington Post de 10/2/88, Rockefeller fez uma declaração a favor de um outro homem: “Esse homem tem o conhecimento, obteve o posto e, como presidente, estará em melhor posição do que qualquer outra pessoa da América para unir o povo americano que acredita que estamos vivendo agora num só mundo e que temos de agir em conjunto”. 0 nome desse homem e George Bush, que durante o tempo em que esteve na vice-presidência dos EUA trabalhou incessantemente pela implantação da Nova Ordem Mundial.

Rockefeller disse que Bush tem o conhecimento. Este termo é o equivalente ao grego GNOSIS e revela que a pessoa é um iniciado nas ciências ocultas que alcançou o mais elevado grau, isto e, o 33° grau da Maçonaria, o que faz de Bush um Iluminado. Rockefeller afirmou ainda que Bush obteve o posto. Nessa época, Bush ainda era vice-presidente, portanto., o posto a que ele se referia certamente era o de membro da Caveira e Ossos.

Em setembro de 1990, discursando na ONU, o presidente George Bush afirmou que “estamos passando para uma Nova Ordem Mundial”. E ele repetiu isso por cinco vezes. Quinze dias depois, no Congresso americano, o presidente Bush afirmou:
“Estamos passando para uma Nova Era e uma Nova Ordem Mundial”
0 jornal Los Angeles Times de 18 de fevereiro de 1991 publicou o discurso de
Bush sobre o Estado da União:
“E uma grande idéia: Uma Nova Ordem Mundial, em que diversas nações se unem numa causa comum… Somente os Estados Unidos tem a posição moral e os meios para respaldá-la.”
Porém, a Nova Ordem Mundial esta destinada ao fracasso, porque esses homens se recusaram a aceitar o Evangelho, e pretendem desafiar a vontade de Deus o nosso Criador.
“Há caminhos que parecem direitos ao homem, mas afinal são caminhos de morte” (Provérbios 16:25).

ROSA CRUZES

Fundada por Christian Rosenkreutz, essa organização surge três séculos após a queda dos Templários.

Em 1614, surgiu um artigo intitulado “Fama Fraternitatis, a Declaração da Digna Ordem da Rósea Cruz”. O conteúdo deste artigo mostra com Christian Rosenkreutz fundou a Fraternidade Rosacruz depois de ter viajado pelo Oriente Médio com o objetivo de aprofundar seus estudos nas artes ocultas. Logo após de fundada a ordem, ele mais seus quatro integrantes de início construíram uma sede chamada “Casa do Espírito Santo”, onde os membros reuniam – se anualmente.
Ninguém sabe ao certo em que ano Chistian Rosenkreutz morreu pois, alguns livros afirmam que ele morreu com a idade madura de 150 anos. No entanto, antes de falecer, ele moldou sua sociedade secreta para que ele continuasse a existir por séculos com o objetivo de “salvar a humanidade” já que segundo eles , esta sociedade tinha o poder de curar. Christian foi sepultado na Casa do Espírito Santo. O artigo afirma que um dos rosacruzes descobriu a tumba em 1604 e encontrou inscrições estranhas e um manuscrito escrito com letras douradas. Sobre a porta da cripta havia uma inscrição, que foi interpretada como : “daqui a 120 anos eu voltarei”.
No interior da cripta, ele encontrou o corpo de Rosenkreutz perfeitamente preservado e vestido por trajeis rosacruzes. A partir da descoberta da cripta, surgiu uma onda de literatura rosacruz por toda a Europa, em 1616 surgiu um livro intitulado de “O Casamento Químico de Christian Rosenkreutz” O livro narra a estória de um casamento em que um dos convidados é morto mas, é trazido a vida por meios alquímicos, um dos personagens principais dos livro é uma misteriosa mulher chamada Virgo Lucifera, o que significa virgem de Lúcifer. O documento mostra a alquimia, que é vital para entender o mal escondido por traz da Maçonaria e das outras sociedades, pois a alquimia seria uma maneira de conseguir a imortalidade física que na verdade é uma paródia blasfema da vida eterna que Jesus Cristo oferece.
Apesar de hoje não existir mais a febre rosacruz, os integrantes modernos afirmam que Michael Maier, Sir Francis Bacon, John Dee, Mozart, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson e Isaac Newton eram membros. São evidentes as ligações entre a Maçonaria e os rosacruzes, ambos possuem complicados rituais criado pelos alquimistas com o objativo de que pessoas externas não compreendessem seu verdadeiro significado. Leia essas palavras que aparecem em um poema de 1638 escrito por Henry Adamson, chamado A Trinórdia das Musas:
“Pois somos irmãos da Rosa Cruz / Temos a palavra maçônica e a segunda visão / Coisas que vão ocorrer predizemos corretamente.”

 

 

http://www.geocities.com/athens/atrium/3336/nom05.htm.

Publicado por: blogdocorvo | 30 Outubro, 2008

Saiba sobre Tatuagem e Piercing.

A verdade sobre símbolos religiosos, tatuagem e piercing

Vivemos uma época permeada por símbolos, enraizados no ocultismo e em crenças pagãs da antiguidade. Transmitem mensagens e imprimem padrões comportamentais. Confronte-os com a Bíblia

O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DA TATUAGEM

O Dicionário de Símbolos de J.E. Cirlot diz que “o simbolismo genérico engloba tatuagem e ornamentação como atividade cósmica, incluindo sentido sacrificial, místico e mágico. Veja alguns pontos:

1. A tatuagem pode ser um sinal de propriedade e pacto místico

No oriente (China, Japão), a tatuagem estava vinculada às divindades configuradas no símbolo. Os líbios tatuavam-se para a deusa Neit, os egípcios para Atargatis e na Síria para deuses diversos.

“Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto dos deuses-demoníacos e era praticada durante ritos dedicados por feiticeiros. O sangue que brotava das feridas, o qual, segundo criam, levava consigo os espíritos malignos.” “Dá idéia de consagração.” O pacto era feito para se incorporar a entidade do desenho: escorpião, demônios (I Co 10.20-21)

2. A tatuagem pode identificar o grupo e ser usada como talismã.

Na Polinésia identificava o clã e a hierarquia. Na Europa do séc. XVII ela passou a ser propagada pelos marujos como talismã, distinguindo-os dos demais. A máfia japonesa, yakuza, surfistas, metaleiros, presidiários, fazem o mesmo. Os nazistas tatuavam judeus para ofenderem sua fé (I Co 3.16-17; 6.19-20; I Ts 5.5).

3. A tatuagem pode expressar anarquismo e rebeldia

A palavra tattoo, propagada por James Cook, refere-se ao som dos ossos finos usados na aplicação da tatuagem. A máquina elétrica foi patenteada por Samuel O’Relly em 1891, em Nova York, e chegou ao Brasil em 1959. A onda atual que inclui o piercing vem dos hippies e punks e da influência do rock pesado. Essa herança comunica rebeldia a Deus, à família e às autoridades. Defende a liberdade sexual e a Nova Era (Ef 5.6-13; I Ts 5.22; Cl 3.17; 2.6).

OS PERIGOS DA TATUAGEM E A BÍBLIA

Este estudo fala apenas da origem da tatuagem. Muitos a usam por razões próprias (I Co 8.9; Rm 14.12). Mas, há riscos de contrair o vírus HIV, hepatite, infecções bacterianas e virais. Se você fez a tatuagem sem orientação, a liderança da Igreja local lhe dirá como agir.

“… e escrita de tatuagem não porei em vós” (A Torá -tradução judaica). “Não façam cortes no corpo por causados mortos, nem tatuagens em si mesmos” (Lv 19.28 – NVI – Nova Versão Internacional da Bíblia).

O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DO PIERCING

A revista Época de 25/02/2002 aponta diversos perigos do piercing:

Língua - Pode provocar fendas nos dentes e infecção geral.

Sobrancelha – Inchaço e dor impedem a higienização correta do local e abre caminho para infecções.

Umbigo - A pele pode ficar irritada com reações alérgicas.

Nariz - Danifica os vasos sanguíneos e produz cicatrizes.”‘

Em Ex 21.6 perfurar a orelha simbolizava um pacto de escravidão. Roland de Vaux, ex-diretor da École Biblique de Jerusalém, diz:

“As leis antigas da Mesopotâmia presumem que o escravo seja marcado, como uma rês, com uma tatuagem, um estigma feito com ferro em brasa ou ainda com unia etiqueta presa a seu corpo (Dt 15.17). …Sinal de identidade. como as tatuagens dos cultos helenísticos.”

UM SINAL DE ESCRAVIDÃO

Deus aprovaria algo que chega a mutilar o templo do Espírito Santo? Veja o alerta que a Bíblia faz em I Cor 3.16-17. Existe a tese de que os locais mais perfurados estejam relacionados à salvação e que, como certos adornos, o piercing constitui uma tranca que aprisiona a alma (Ez 13.18-21). Um sinal visível de escravidão espiritual. Leia os textos abaixo, faça sua própria avaliação e tire suas conclusões:

1. Nariz – fôlego de vida (Gn 2.7; 7.22-24; Is 2.22, 42.5; Ec 3.19, 21)

2. Boca – confissão (Rm 10.8-9;IJo 1.9; Mt 15.18;21.16; Tg 3.10; Pv 21.23)

3. Sobrancelhas (olhos) – mente (Mt 6.22-23; Ef 1.17-18, 4.18; II Co 4.4)

4. Orelha – ouvir e crer (Rm 10.14-18; Hb 3.15; Is 6.10; Jr 17.23; Ap 3.6)

5. Umbigo (ventre) – sede da vida (Jo 7.38-39; 4.14; Fp 3.19; Rm 16.18)

Segundo a Clínica Mayo (EUA), numa pesquisa feita com 454 estudantes, um em cada dez usuários do piercing sofreu infecção. A Universidade de Yale informou que uma garota de 22 anos sofreu infecção no cérebro, causada por um piercing de língua. As bactérias da boca chegaram ao cérebro pelo sangue. Você sabia que a lei 9.828/97(SP) proíbe essa prática para menores e que A. La Vey, fundador da Igreja de Satanás, defendia a tatuagem e o piercing, por entender que são rejeitados em Lv 19.28 e Dt 14.1-2, e que certas tatuagens são propagandas do mal ?(Lc 10.18-20; 10.3; 20.2). O que você diz de Is 3.18-21,1 Cor 3.16.17; 6.19-20, Rm 12.1-2?

O CRISTÃO DEVE USAR PIERCING OU TATUAGEM?

O pluralismo corrói insidiosamente o Cristianismo. Para muitos o piercing e a tatuagem é apenas uma questão cultural. Entretanto, “o Evangelho nunca é o hóspede da cultura; ele é sempre seu juiz e redentor,” pois parte dela é demoníaca.” O cristão está na
contramão (Tg 4.4; I Jo 2.15; Rm 12.1-2). Que prática você deve rejeitar?

1. Se traz escândalo ou fere a consciência alheia (Mt 18.7; Rm 14.21)

2. Se deforma a dignidade humana (II Cor 4.2;C13.17; I Cor 6.12)

3. Se a natureza da prática dá lugar à carne, envolve magia, ocultismo, idolatria, exploração, malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25)

4. Se apresenta alguma aparência do mal (I Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16)

5. Se viola a autoridade dos pais, pastor, governo (Rm 13.2; Tt 1.9-10)

6. Se traz dúvidas ao coração ou à consciência (Rm 14.22; I Jo 3.20)

7. Se não traz edificação ou a glória de Deus (I Cor 6.19-20; 10.23)

Para J.R. Stott “somos diferentes de tudo no mundo que não é cristão e esta contra-cultura cristã é a vida do Reino de Deus.” Por fim, H.R. Niebuhr apresenta Cristo como o transformador da cultura.

É VERDADE QUE A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS?

A Moda, a Liberdade e a Cultura da Imagem

Fausto Rocha responde: A voz do povo não é a voz de Deus” Foi o povo que gritou: Fora com este (Jesus). Crucifica-o! (Lc 23.18-23) Não é porque bilhões de moscas visitam o lixo diariamente que você fará o mesmo. A realidade virtual explorada nos veículos culturais (TV, internet, cinema e a arte), comandada por inteligência artificial transformou-se na própria cultura. Dita a moda, valores e padrão de vida, aversos a Deus. As perguntas abaixo guiarão você:

1. Isto prejudicará outros ou fará mal ao meu corpo? (I Cor 8.9-13)

2. Em meu lugar, o que faria Jesus? (I Pd 2.21;1 Jo 2.6;C12.6;Jo 13.15)

3. Posso testemunhar da minha fé enquanto faço isso? (I Pd 3.15)

4. Minha consciência terá paz se eu fizer assim? (ITm 1.19;1 Jo 3.10)

5. Meu pastor está de acordo com essa atitude? (Hb 13.7,17; Rm 13.2)

Conforme a confissão de Westminster, “Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória Dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela”. 

>> Fonte: Edino Melo, no livreto “Ferramenta – Combatendo Seitas e Heresias II”, págs. 33, 34 e 35.  http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00267

 

Publicado por: blogdocorvo | 29 Outubro, 2008

História da Tatuagem ( cont.)

 

            Origem da palavra “Tattoo”

Deixo aqui um estudo que pediram para postar neste blog, mas deixo claro que não tenho nada contra quem usa ou querira colocar uma tatuagem, mas para aqueles que estão de baixo de uma liderança onde  é contra o uso de tatuagem não façam e obedeçam sua liderança para não estarem em rebeldia a eles, pois rebeldia é como pecado de feitiçaria!

A palavra tatuagem origina-se do inglês tattoo, o pai da palavra “tattoo” foi o capitão James Cook , que escreveu em seu diário a palavra “tattow”, também conhecida como “tatau”, uma onomatopéia do som feito durante a execução da tatuagem, em que se utilizavam ossos finos como agulhas, no qual batiam com uma espécie de martelinho de madeira para introduzir a tinta na pele.

O conceito de “origem independente” se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes da Terra, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados Charles Darvin, quando escreveu o livro “A Descendência do Homem” em 1871, afirmava que do Pólo Norte à Nova Zelândia não havia aborígine que não se tatuasse, para entender o conceito de multinascimento, alguns críticos supõem que a tatuagem estava na bagagem das grandes migrações dos grupos humanos e por isso passou de um povo para o outro.

Através da arte pré-histórica podemos encontrar vestígios da existência de povos que cobriam o corpo com desenhos em vários exemplares de arte rupestre, foram encontrado desenho de formas humanas com pinturas em seus corpos, assim como estatuetas com esses mesmos desenhos corporais indicando a possibilidade da existência da tatuagem nesses povos, há uma hipótese de que, nos primórdios, marcas involuntárias adquiridas em guerras, lutas corporais e caças geravam orgulho e reconhecimento ao homem que as possuísse, pois eram expressões naturais de força e vitória.

O homem, então, partindo da idéia de que marcas na pele seriam sinônimos de diferenciação e status, passou a marcar-se voluntariamente, fazendo ele mesmo seus ferimentos pelo corpo, que com o passar do tempo deu espaço para a criação de desenhos utilizando-se de tintas vegetais e espinhos para introduzi-las à pele.

A partir daí, diversos povos, de diversas culturas começaram a usar pinturas definitivas por motivos espirituais, em rituais de várias espécies e fins, para a guerra, para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte entre outros no entanto, foi com a descoberta das múmias que ficou provado real e concretamente que a arte da tatuagem acompanha o homem desde o seu surgimento a múmia mais antiga do mundo foi encontrada em 1991, na Itália e data de 5.300 anos antes de Cristo, conservou-se congelada em um bloco de gelo e tinha tatuagens acompanhando toda a espinha dorsal, além de uma cruz numa das coxas e desenhos tribais por toda a perna.

A segunda múmia mais antiga do mundo é de uma princesa egípcia que apresentava um grande espiral desenhado na barriga, região do baixo ventre, que alguns antropólogos relacionaram a possíveis rituais de fertilidade, outras múmias apresentaram tatuagens de conteúdo mágico ou médico. Em algumas delas, como na múmia de uma sacerdotisa de 2000 a.C havia linhas horizontais e paralelas à altura do estômago, possivelmente para proteção contra gravidez ou doenças, múmias com os mesmos tipos de sinais foram encontradas no vale do rio Nilo e segundo especialistas, as tatuagens em múmias do sexo feminino tinham um efeito cosmético, para realçar seus encantos.

Em escritos antigos de Heródoto, chamado “O pai da história”, há citações sobre a existência de um povo muito antigo no norte Europeu que tinha o costume de fazer desenhos definitivos pelo corpo, esses povos eram denominados “Pictus”, por esse mesmo costume, os ”Pictus” não se tatuavam por vaidade, acreditavam que as tatuagens lhes davam poder e força e que os desenhos ficavam impressos na alma para que eles pudessem ser identificados após a morte por seus antepassados, seus guerreiros recebiam as tatuagens depois de um ato de bravura, as linhas entrelaçadas dessas tatuagens, complicadíssimas de serem realizadas, serviam para distrair o inimigo, além de representarem a interconexão de todas as coisas sobre a terra… continua no proxímo post!!!

 

 
Publicado por: blogdocorvo | 27 Outubro, 2008

Tudo sobre o Halloween:parte 2

 

  

 No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de “Halloween”, popularmente chamado de “Dia das Bruxas” no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.
Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao “deus da morte” ou ao”senhor da morte” em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia “Samhain” durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o “Samhain “, declarando o1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados.

Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias “engraçadinhas” de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo “gostosuras ou travessuras”. Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers.

Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas?

Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Antes de continuarmos, devemos destacar que a associação histórica e contemporânea do Halloween com o ocultismo causaram uma espécie de “efeito híbrido” na maior parte da sociedade, de modo que a comemoração do Halloween não é, necessariamente, uma prática totalmente inocente. Ao ler vários relatos sobre o Halloween, pode-se ficar impressionado com o grande número de práticas de superstições e de adivinhação envolvidas com ele. Algumas das superstições e todas as práticas estão relacionadas com o ocultismo.

É preocupante o quanto as superstições podem controlar ou dirigir a vida de uma pessoa de maneiras terríveis. Mais ainda, as verdadeiras práticas de adivinhação sempre trazem conseqüências. Na verdade, desde as décadas finais do século dezenove, o Halloween tem sido lembrado como um período “para se usar amuletos, lançar maldições e se fazer adivinhações”[1]. Como já dissemos, isso está relacionado aos antigos druidas, pois o “Samhain” marcava o início de ano novo, o que resultou num interesse em adivinhações e previsões sobre o que o próximo ano traria.

No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você: “Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém. As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona”.[2]

No sul dos Estados Unidos há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro. “Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano”.[3]

A preocupação com tais atividades pode ser vista na seguinte declaração do Livro Americano dos Dias (American Book of Days): “Vários meios de adivinhação do futuro eram usados no Halloween e os resultados eram aceitos com toda seriedade”[4]. Em outras palavras, quando estamos lidando com tentativas sérias de adivinhar o futuro – seja em relação ao futuro em geral, ao futuro cônjuge, ou sobre a vida e a morte – as conseqüências na vida das pessoas podem ser muito maiores do que simples brincadeiras.

Hoje em dia outras práticas ocultistas estão presentes no Halloween. Em New Orleans o “Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais”[5]. Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia.[6]

Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria: “As grandes cerimônias de sabbat são: o ‘Samhain’ (Halloween), o Ano-Novo celta (nesses dias acredita-se que os portais entre os mundos estão enfraquecidos, e então ocorrem contatos com os ancestrais), ‘Oimelc’ (1º de fevereiro, festival da purificação de inverno)… ‘Beltane’ (1º de maio, o grande festival da fertilidade)… diferentes linhas da bruxaria… tratam esses festivais de maneiras diversas. Mas quase todas as linhas celebram pelo menos o ‘Semhain’ e o ‘Beltane’”[7]. Algumas bruxas tiram o dia de folga de seu trabalho para comemorarem essa data especial para elas, enquanto outras chegaram a tentar o fechamento das escolas para a comemoração desse grande sabbat.

Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele “tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano”[8]. Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças[9]. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo[10]. A ex-bruxa Doreen Irvine declara: “a bruxaria negra não está distante do satanismo… Praticantes da bruxaria negra têm um grande poder e não devem ser subestimados… Eles podem até exumar covas recentes e oferecer os corpos em sacrifício à Satanás”.[11]

Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas “os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora”.[12] As máscaras e fantasias usadas no Halloween podem ser relacionadas também com a tentativa de certas pessoas de se esconderem para não serem vistas participando de cerimônias pagãs ou ,como no xamanismo e em outras formas de animismo, mudar a identidade de quem as usa para que possa se comunicar com o mundo espiritual. As fantasias podem ser usadas também para afugentar espíritos maus.

Depois de fazermos essas considerações sobre o assunto, tendo em vista que o Halloween está associado a práticas de bruxaria e ocultismo, devemos analisar qual deve ser nossa atitude em relação a essa festa, que mesmo sendo vista secularmente como um passatempo tem implicações sérias.

Devemos nos perguntar: Que princípios bíblicos devem ser usados para discernir esse assunto?

As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1 Coríntios 2,15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1 Tessalonicenses 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.

Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween.

“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus” (Levítico 19.31).

“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; … Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa” (Deuteronômio 18.10,11,14) .

“[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira” (2 Crônicas 33.6).

Em nenhum lugar na Bíblia vemos essas coisas como sendo aceitáveis diante de Deus. À luz desses versículos, ninguém pode argumentar logicamente que a Bíblia apóia tais práticas. (John Ankerberg e John Weldon – http://www.chamada.com.br)

Extraído do livro “The Facts on Halloween” (de John Ankerberg e John Weldon).
Clique aqui para conhecer os títulos dessa série já publicados em português.

Notas

  1. Becky Stevens Cordello, Celebrations (Butterick Publishing, 1977) p.112.
  2. Joseph Gaer, Holidays Around the World (Boston: Little Brown & Co, 1955) pp. 155-156.
  3. George William Douglas, The American Book of Days p.543
  4. Douglas p.539
  5. Sue Ellen Thompson and Barbara W. Carlson, Holidays, Festivals and celebrations of the World Dictionary (Detroit, MI: Omnigraphics Inc, 1994) p.132
  6. Jennifer DeCoursey “Monster Events for Marketers” Advertising Age, Oct, 16, 1995, pp.1,40., p.41
  7. Margot Adler, Drawing Down the Moon: Witches, Druids, Goddess-worshipers and other Pagans in America Today (New York: The Viking Press, 1979) P.108.
  8. Father Andy Costello, “Sin is a Boomerang” U.S. Catholic, Nov 1992, p.38
  9. A ênfase é divergente, das bruxas na natureza e do satanismo em Satanás, existem também certas diferenças nos rituais, etc. Essas divergências não podem ofuscar as semelhanças quanto ao poder, desenvolvimento parapsicológico, visão anti-cristã do mundo, uso de espíritos, uso do mal, e assim por diante.
  10. Qualquer estudo bíblico sério sobre demonologia revelará que Satanás é o poder por trás das falsas religiões, da bruxaria, da idolatria e do ocultismo.
  11. Doreen Irvine, Freed from Witchcraft (Nashville: Thomas Nelson, 1973) pp. 94-95.
  12. Robert J. Myers Celebrations: The Complete Book of American Holidays (Garden city, new York: Doubleday & Co. 1972, p.259.

Publicado por: blogdocorvo | 27 Outubro, 2008

Tudo sobre o Halloween.

“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6.12).

Meus filhos teens estudam no melhor curso de inglês da cidade e todo ano é a mesma história: ao término da última aula do mês de outubro, os professores relembram a todos os alunos para participarem da festa de Halloween a ser realizada na noite de 31 de outubro. “Happy Halloween, class!” (“Feliz Halloween, turma!”), conclui o entusiasmado professor.

Anteriormente a festividade era realizada no auditório, mas no ano passado foi no prédio anexo. Uma semana antes do Halloween o mesmo transformou-se em uma casa mal-assombrada, que ficou coberta de plásticos e tecidos pretos e por vários desenhos escabrosos que lhe davam um aspecto de terror.

Será que Halloween é realmente uma festa feliz (“happy”)? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à “divindade” da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?

A origem do Halloween

O calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da “Grande Deusa” (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o “Deus Chifrudo” (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).[1]

Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Samhain (pronuncia-se “sou-en”). Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): “O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa.”[2]

O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar “O Senhor da Morte”. Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a “Festa dos Mortos”.

Alto lá! Então, os professores de inglês, ao desejarem um “Happy Halloween!”, estão, na verdade, desejando um “feliz” Samhain? Ou seja, uma “feliz” festa dos mortos? Um “feliz” ano novo da bruxaria? Um “feliz” dia da morte do “Deus Chifrudo”?

Se todo esse pacote é oriundo da religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então precisamos conhecer mais sobre os celtas.

Os celtas e o culto aos mortos

O que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o “Deus dos Mortos”.

É possível rastrear as origens das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a VI a.C.).[3]

Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela Grã-Bretanha, Espanha e França. O ano novo deles começava no dia 1º de novembro. O festival iniciado na noite anterior homenageava Samhain, “O Senhor da Morte”. Essa celebração marcava o início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e mais períodos de escuridão.

Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.

Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.[4] Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.

Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do “Senhor da Morte” era invocada para tais propósitos.

Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: “Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado” (Ezequiel 21.21).

Oh! Então, quando os professores de inglês desejam “Happy Halloween!” à classe, estão indiretamente desejando que seus educandos façam negociatas com espíritos do mundo sobrenatural que supostamente controlam os processos da natureza. E mais: que seus pupilos apaziguem e acalmem os espíritos maus, pedindo proteção aos espíritos bons durante aquele novo ano.

Os principais símbolos do Halloween

Com a migração dos ingleses, e especialmente dos irlandeses, para os Estados Unidos, no século XIX, Halloween foi pouco a pouco tornando-se popular na América.                 

“The Jack O’Lantern” (A Lanterna de Jack).

a) “The Jack O’Lantern” (A Lanterna de Jack)

Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro.

Conta-se uma história de que Jack era um irlandês todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si.

Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos.

     

b) “Apple-ducking [bobbing for apples]“ (maçãs boiando)                                           

Esse é o nome de um ritual que foi incorporado às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos. É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e   

das árvores, que era louvada na época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa.

Maçãs ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre o futuro, com base no formato da mordida.

c) “Trick or Treat” (Travessura ou Trato)

Dos 15 aos 19 anos de idade vivi nos estados de Indiana e do Tennessee vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de 31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – “Trick or Treat?”.

Se respondêssemos “trick!”, elas iniciavam uma série de travessuras como sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além de sairem gritando ofensas ingênuas. Respondendo “treat!”, nós lhes dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima casa.

O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antigüidade.

Algumas pessoas afirmam que a tradição de “trick or treat” não retrocede aos celtas, sendo mais recente, introduzida pela Igreja Católica européia no século IX. Na noite anterior ao “Dia de Todos os Santos” (1º de novembro) alguns mendigos iam de porta em porta solicitando “soul cakes” (bolos das almas) em troca de rezas pelas almas dos finados daquela família. Quanto mais bolos recebiam, mais rezas faziam.                       

Como uma festividade pagã em honra ao “Senhor da Morte” e celebrada em memória à morte do “Deus Chifrudo” foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?

A Igreja Católica passa a chamar a festa de Hallowe’en

Como uma festividade pagã em honra ao “Senhor da Morte” e celebrada em memória à morte do “Deus Chifrudo” foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?

Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas.

Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava “O Dia de Todos os Mártires” em 13 de maio. O papa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a “todos os santos” no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de “Todos os Santos” no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o “Dia dos Mártires” em maio.

Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como “All Hallows Day” (“Dia de Todos os Santos”). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada “Hallows Evening”, abreviada “Hallows’ Eve” e, posteriormente, “Hallowe’en”.

Mais de um século após instituir o “Dia de Todos os Santos”, a Igreja Católica, através da sua Abadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o “Dia dos Mortos” era logo após o “Dia de Todos os Santos”. Assim, ficou estabelecido o “Dia de Finados” no dia 2 de novembro.

Para a Igreja Católica, a noite de “Hallowe’en”, o “Dia de Todos os Santos” e o “Dia de Finados” são uma só seqüência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo tenta fazer o “cristianismo” e o paganismo andarem de mãos dadas!

Conclusão

Meus queridos professores de inglês, o que há de tão “happy” no Halloween? Onde está a suposta felicidade transmitida pela festa de Samhain? Pessoalmente, não consigo enxergar nada além de trevas espirituais.

Para quem não sente prazer com o sofrimento, “divertida” é uma palavra pouco apropriada para descrever a festa de Samhain, marcada pela angústia, pelo medo, pela depressão, além das piores crueldades e contatos com um mundo espiritualmente tenebroso. Nem os celtas simpatizavam com a festa de Samhain.

O Halloween é uma algolagnia* que leva as crianças a se familiarizarem com o sadismo cândido da infância e desperta o que existe de pior dentro de cada adolescente. É o avesso das relações sociais equilibradas! É a fusão com a distorção de valores do mundo cão, onde seus participantes tornam-se vítimas espiritualmente impotentes!

O profeta Isaías nos adverte: “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Isaías 8.19-20). Meu querido leitor, a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor.

A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus” (Deuteronômio 18.10-13).

Estamos vivendo em tempos de perversão coletiva, onde a face enganosa de Satanás se manifesta algumas vezes de forma descarada, mas muitas vezes sutilmente e camuflada por trás de um ingênuo “Happy Halloween!”. Que Deus nos livre do mal. Amém. (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa – http://www.chamada.com.br)

 

Bibliografia:

  1. Mistérios do Desconhecido: Bruxas e Bruxarias. Time-Life Books Inc. Edição em língua portuguesa publicada pela Abril Livros Ltda, Rio de Janeiro, RJ, 1994, página 123.
  2. Idem.
  3. Grimassi, Raven, Os Mistérios Wiccanos (Antigas Origens e Ensinamentos). Editora Gaia Ltda. São Paulo, SP, 2000, página 24.
  4. Id., página 170.

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